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H1N1: Doentes crônicos e quem deu à luz há 45 dias podem se vacinar na grande São Paulo

Aumentaram os grupos de riscos que precisam se proteger contra a doença

Redação Pais&Filhos

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A vacina contra H1N1 também está disponível para doentes crônicos e mulheres que deram à luz há 45 dias (Foto: Shutterstock)

A vacina contra H1N1 também está disponível para doentes crônicos e mulheres que deram à luz há 45 dias (Foto: Shutterstock)

A partir desta segunda-feira (18), pessoas com doenças crônicas (cardiopatia, diabetes e hipertensão) e mulheres que tiveram filhos nos últimos 45 dias podem se vacinar contra a gripe, incluindo a H1N1, na região da grande São Paulo.

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A segunda etapa da campanha de vacinação, que começou na última segunda-feira (11), foi estendida e, agora, a meta é vacinar 80% do público-alvo, cerca de 3,2 milhões de pessoas. As vacinas podem ser tomadas em qualquer uma das 451 Unidades Básicas de Saúde, das 7h às 19h, de segunda a sexta-feira.

Aos sábados, as doses serão aplicadas nas 87 unidades da Assistência Médica Ambulatorial, das 7h às 19h. Os doentes crônicos precisam levar uma receita médica com o nome da doença por meio da Classificação Internacional de Doenças (CID).

As pessoas que fazem parte dos outros grupos de risco, como idosos, profissionais da saúde, índios, gestantes e crianças entre seis meses e cinco anos de idade, ainda podem tomar a vacina até o dia 30 de abril.

Além de São Paulo, outros estados também anteciparam a aplicação  da vacina que protege contra gripe e H1N1. Veja, abaixo, quais grupos de riscos podem ser vacinados.

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Distrito Federal: As doses serão aplicadas em todos os centros de saúde, das 8h às 12h e das 13h às 17h, para crianças de 6 meses a menores de 5 anos, gestantes, mulheres com até 45 dias após o parto e trabalhadores da saúde da rede pública e privada.

Espírito Santo: A Secretaria de Saúde orienta que apenas gestantes, mulheres com até 45 dias após o parto e trabalhadores da saúde tomem a vacina.

Bahia: Podem tomar a vacina idosos, crianças de 6 meses a menores de 5 anos, trabalhadores da saúde, gestantes, mulheres com até 45 dias após o parto, indígenas, pessoas com doenças crônicas, população privada de liberdade, funcionários do sistema prisional e adolescentes e jovens de 12 a 21 anos que estão sob medidas socioeducativas.

Goiás: A campanha começou no último dia 12 em 79 municípios localizados nas Regionais de Saúde Central (com sede em Goiânia), Entorno Sul (sede em Aparecida de Goiânia), Pirineus (sede em Anápolis) e Estrada de Ferro (sede em Catalão).

Pará: Os postos de saúde receberam 50% das doses previstas para a aplicação em todos os grupos de riscos a partir desta segunda-feira (18). A previsão é que as demais doses sejam entregues até o dia 22 de abril.

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Contra-indicações a vacina são muito raras

Pernambuco: Começou hoje a vacinação apenas para os profissionais de saúde. A partir do dia 25, a vacinação será liberada para os demais grupos prioritários.

De acordo com o Ministério da Saúde, que tem alergia ao ovo ou a qualquer outro componente da fórmula e para aqueles que apresentaram reação na dose anterior não podem tomar a vacina. Para quem está com doenças agudas, como febre, é recomendado adiar a vacinação até a resolução do quadro.

Desde o início da campanha de vacinação, que foi antecipada por conta do aumento de casos de H1N1, 1,6 milhão de doses foram aplicadas. A vacinação atingiu 36% da cobertura do público-alvo previsto. De acordo com a secretaria, já foram imunizadas 396,2 mil crianças, 402,3 mil profissionais de saúde, 65,2 mil gestantes e 779,2 mil idosos.