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Aprenda a identificar os primeiros sinais do autismo

O Instituto CBI dá orientações para um diagnóstico precoce

Redação Pais&Filhos

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(Foto: Shutterstock)

Mais de dois milhões de brasileiros apresentam autismo, sendo 600 mil crianças e adolescentes. Cada um tem características e necessidades diferentes. De acordo com Gustavo Teixeira, fundador do CBI (Child Behavior Institute), especialista em saúde mental infantil e psicoeducação, o que há em comum entre eles é que quanto mais cedo o diagnóstico for feito, mais eficiente será o tratamento e menores as limitações.

Child Behavior Institute of Miami tem cursos, online, sobre transtornos de comportamento infantis e da adolescência, não só sobre o autismo, mas também déficit de atenção, dificuldade de aprendizagem e depressão. Você poderá ser treinado por especialistas que abordam as novidades sobre essas patologias, suas características, o impacto na vida das famílias e quais são os tipos de tratamentos.

A partir dos dois anos de idade é possível identificar os primeiros sinais do autismo. “Se a criança não fala, não aponta para objetos e não olha nos olhos dos pais, ela precisa ser avaliada por um médico”, alerta o especialista. Ainda não existem exames de laboratório para efetuar o diagnóstico, a avaliação é clínica e o tratamento envolve terapia, fonoaudiologia e mediação escolar. Por isso o conhecimento é muito importante para que os pais e os demais envolvidas com essa criança como professores e profissionais de saúde possam melhor ajudar no seu desenvolvimento. “A informação diminui o preconceito e faz com que as pessoas busquem ajuda e tenham ferramentas para lidar com o autismo”, comenta João Roberto Magalhães, também fundador do CBI of Miami.

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Dez mil alunos já foram certificados pelo CBI of Miami. A mensalidade é acessível e está com um preço promocional, durante agosto, de R$ 27 ao mês para alguns cursos. “O ambiente virtual permite um treinamento de alta qualidade a um preço baixo. Desde o pai ou professor que mora em cidade pequena ao médico que não consegue se locomover para um evento presencial, todos têm acesso”, diz Teixeira.

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