Família

Pai solteiro adota 5 irmãos de abrigo para que eles não se separassem

Arquivo pessoal
Arquivo pessoal

Publicado em 12/08/2018, às 10h11 - Atualizado às 10h18 por Jennifer Detlinger, Editora-chefe | Filha de Lucila e Paulo


Em comemoração ao Dia dos Pais, fomos atrás de histórias inspiradoras de famílias por meio do projeto Lá em Casa é Assim”, parceria da Pais&Filhos com a Natura Mamãe e Bebê. E o enfermeiro Uanderson Barreto, de 38 anos, sabe muito bem da importância de ser um bom pai. Ele tem cinco filhos que chegaram em sua vida através da adoção tardia.

Uanderson mora em Campos dos Goytacazes, no Rio de Janeiro, e iniciou o processo de adoção dos meninos há cinco anos – um núcleo de três irmãos biológicos e outro de dois irmãos biológicos. Além de ser pai solteiro, ele foi totalmente na contramão das famílias que procuram a adoção ao acolher meninos maiores de 9 anos, irmãos, pardos e negros — ou seja, grande parte das características que um pretendente a adoção não quer, segundo o Cadastro Nacional de Adoção. “O perfil do brasileiro costuma ser menina branca de 0 a 6 meses, então não tive dificuldades em adotar meus filhos, pois eles tinham uma faixa de 9 a 14 anos quando foram adotados”, diz Uanderson.

Uanderson visitou o abrigo onde trabalhava e conheceu João, um menino de 9 anos. Logo em seguida, ele começou as visitas direcionadas e procurou a vara da infância para se habilitar para adoção. Mas, além de João, outros sete irmãos aguardavam em abrigos uma oportunidade de encontrar um lar. E Uanderson teve a ideia de adotar mais dois dos irmãos, Daniel e Alexandre. Os outros dois irmãos Leandro e Joana, com 9 anos, foram adotados pela sua prima, Joana Barbosa, que também quis fazer parte desta família. Segundo Uanderson, os irmãos estavam em abrigos por negligência dos pais biológicos.

(Foto: Arquivo pessoal)
(Foto: Arquivo pessoal)

Em 2013, ele recebeu uma ligação de uma outra instituição onde morava um irmão mais velho dos meninos. Ao chegar lá, Uanderson se deparou com o reencontro dos irmãos e decidiu que precisava adotar seu terceiro filho. E no Natal seguinte, Pedro e Leonardo (os irmãos que faltavam) começaram a ser acolhidos. “Hoje, temos uma vida de muito amor e união”, conta o pai.

Uanderson sustenta a família toda sozinho e tem a ajuda de sua mãe nos afazeres da casa. Mas os garotos também participam e ajudam em tudo. “Minha rotina de vida mudou completamente. Hoje eu possi voltar para a casa e saber que tenho alguém me esperando. Filhos que me motivam a trabalhar e a conquistar cada vez mais”, explica Uanderson.

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