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Não existe mais lixo: saiba a solução inovadora que algumas empresas estão utilizando

A palavra de ordem é renovação

Jéssica Anjos

Jéssica Anjos ,filha de Adriana e Marcelo

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(Foto: Shutterstock)

Se tem uma dor de cabeça na vida das cidades que começa a dar sinais de melhora é a questão da gestão do lixo, ou melhor, dos resíduos sólidos: a ideia de algo descartado que não serve mais para nada está acabando. Em 1970, a Alemanha tinha cerca de 50 mil lixões e aterros sanitários, hoje são menos de 200, segundo artigo do site do Senado Federal Brasileiro. O país é líder quando o assunto é reaproveitamento do lixo.

Já no Brasil, aproximadamente 240 mil toneladas de lixo são produzidas por dia, segundo pesquisa da Associação Empresarial para Reciclagem. Só na cidade de São Paulo, são produzidas 13.800 toneladas de lixo por dia apenas em residências. 92% vão para aterros, 7% seguem para incineradores e usinas de compostagem e apenas 1% é reciclado, de acordo com a Limpurb SP (Limpeza Urbana de São Paulo).

Para mudar esse quadro, algumas empresas brasileiras começaram a investir no tratamento do lixo. Uma delas é a Arueira Ambiental, que realiza projetos para gestão de resíduos. “Nós chegamos ao estabelecimento gerador de grande quantidade de resíduos, organizamos e coletamos o material para separar de maneira mais eficiente possível o reciclável do orgânico”, explica André Mantovani, sócio-diretor da Arueira Ambiental e pai de Maria, Pedro e Antônio.

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Segundo Mantovani, os clientes são em sua maioria empresas, já que produzem uma quantidade maior de resíduos. “Nós cuidamos do lixo da CBRE (Imóveis Corporativos, Comerciais e Industriais), do Facebook, Google, Apple, Tim, Shopping Eldorado, Colégio Dante Alighieri, Restaurante Fasano, entre outros”, completa.

Os benefícios são incontáveis e são para todos. O primeiro deles é que cuidar corretamente do lixo evita o mau cheiro, por consequência de um plano de separação e coleta bem estruturado. “Para as empresas, pensar e trabalhar de forma sustentável traz uma divulgação gratuita na mídia. Como é um trabalho que está começando no Brasil, quem já aderiu acaba se destacando”, diz André. Há também o aspecto educacional e de satisfação pessoal por estar realmente contribuindo para o desenvolvimento sustentável do país.

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