Criança

Menino faz birra no aeroporto e mãe recebe ajuda inesperada

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Publicado em 28/02/2018, às 13h01 - Atualizado às 13h46 por Redação Pais&Filhos


Beth Bornstein, escritora norte-americana, participou de uma situação que poderia ser constrangedora, mas que serviu para mostrar que podemos e devemos ajudar umas às outras, mesmo que a gente nem se conheça. Por isso, ela decidiu compartilhar a história no facebook.

“(Escrevendo de dentro do avião). Estava no portão de embarque, esperando pelo meu avião para Portland. Voos para duas cidades diferentes estavam embarcando em ambos os lados do voo para Portland. Uma criança, que deveria ter um ano e seis meses ou mais, estava fazendo uma baita birra, correndo pelos assentos, chutando, gritando, se jogando no chão, se recusando a entrar no avião (que não ia para Portland).”

Imaginou a cena, né? Se dentro de um mercado já é difícil, imagina a birra enquanto você está esperando um voo. E é quase impossível não olhar quando uma criança está chorando, jogada no chão. A mãe na situação estava grávida e sozinha, o que só dificultou na hora de acalmar o filho. Chegou uma hora que, segundo o relato de Beth, a mãe não aguentou mais, sentou no chão, colocou as mãos na cabeça, com a criança ao lado ainda tendo um ataque, e começou chorar.

Ao notarem que a mãe precisava de ajuda, as seis ou sete mulheres que estavam no terminal, se levantaram para tentar controlar a situação. E detalhe: ninguém se conhecia e nenhuma delas precisou falar nada para que a ação ocorresse.

“Nós paramos em volta da mãe e do menininho e nos ajoelhamos. Eu cantei ‘Dona Aranha’ para ele, uma mulher descascou uma laranja, uma mulher tinha um brinquedo em sua bolsa que deixou o menino brincar, outra mulher deu à mãe uma garrafa de água.  Outra ajudou a mãe a pegar o copinho da criança para dar água a ela também. Apenas mulheres se aproximaram. Depois que eles passaram pela porta, todas fomos sentar em nossos lugares, separados, e não conversamos sobre o assunto. Nós eramos estranhas, unidas para solucionar uma coisa. Me ocorreu que um grupo de mulheres, com uma missão, pode salvar o mundo. Nunca vou me esquecer deste momento.”

As mulheres conseguiram acalmar mãe e filho o suficiente para que ambos conseguissem entrar no avião. Vamos nos inspirar?

Mas, se estiver sozinha em casa, temos 5 frases que podem te ajudar nesse momento de birra

1. “Você perguntou e eu respondi”

Para cada frase, vamos criar uma cena onde o filho pede por alguma coisa que ele não pode ter.

Criança: “Mãe, me da isso?”

Mãe/Pai: “Não, querida”.

Criança: “Mas, mãe, eu não tenho um”.

Mãe/Pai: “Você perguntou e eu respondi”.

Criança: “Você nunca me da nada”.

Mãe/Pai: “Você perguntou e eu respondi”.

Se o seu filho continuar, você vira um robô, falando várias vezes essa frase.
2. “Eu não vou discutir mais isso”

Criança: “A Ana pode dormir aqui?”

Mãe/Pai: “Não, ela dormiu aqui na semana passada”.

Criança: “Por favor?”

Mãe/Pai: “Eu não vou discutir mais isso”.

Criança: “Mas …”

Depois, não diga nada mais. Apenas olhe para seu filho com um sorriso no rosto e saia andando.
3.”Esta conversa acabou”

Criança: “Posso andar de bicicleta?”

Mãe/Pai: “Não, está chovendo lá fora”.

Criança: “Mas só está garoando e eu vou vestir a minha capa de chuva”.

Mãe/Pai: “Esta conversa acabou”.

Criança: “Mas, pooor favooor?”

Mãe/Pai: “Você perguntou e eu respondi”.

Você volta para o seu “modo robô”. Lembre-se que você é uma pedra.

4. “Não volte nesse assunto”

Criança: “Eu quero esses sapatos”.

Mãe/Pai: “Não, são caros demais”.

Criança: “Mas eu não gosto desses outros”.

Mãe/Pai: “Você está colocando os sapatos dentro do carrinho e eu disse não. Não volte nesse assunto”.

Criança: “Eu quero muito eles!”

Mãe/Pai: “Você trouxe de novo. Você acabou de perder a sobremesa do jantar”.

Sim, talvez você comece a chorar com essa resposta, mas lembre-se: fazer com que seu filho entenda o não é uma maratona, e não uma corrida de 100m.

5.”Eu tomei minha decisão. Se você pedir de novo, vai ter consequências”

Criança: “Posso jogar no tablet?”

Mãe/Pai: “Não, você sabe que não pode jogar na mesa”.

Criança: “Então eu não vou mais comer”.

Mãe/Pai: “Eu tomei minha decisão. Se você pedir de novo, vai ter consequências “.

Criança: “Mas eu quero!”

Mãe/Pai: “Eu falei para você não trazer o tablet. Agora você não vai poder jogar o resto do dia”.

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