Criança

8 coisas para avaliar na hora de escolher a creche

Colocar os filhos na creche ainda pequenos é uma escolha difícil

Redação Pais&Filhos

Redação Pais&Filhos

Colocar os filhos na creche ainda pequenos é uma escolha difícil para a maioria dos pais. Muitas mães ficam inseguras ou até mesmo culpadas. A gente não tem como eliminar essa culpa, mas podemos ajudar com dicas para que você fique atenta às melhores opções para você e seu filho.

1. Distância. Os horário de entrada e saída podem render algumas horas de trânsito. Além disso, em casos de emergência, você vai agradecer por estar por perto.

2. Linha pedagógica. Apesar de muito pequeno, seu filho já deve estar em um ambiente que combine com sua família e traduza os valores que você acredita.

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3. Custo. Não é só o preço da mensalidade que você precisa calcular: há o material, o transporte, o lanche, as roupas, passeios, matrícula…

Leia na edição de maio, já está nas bancas, se você deve ou não sentir culpa em colocar o filho cedo na creche.

4. Infraestrutura. Preste atenção na higiene, nos recursos (áreas verdes, biblioteca) e nos aspectos humanos (crianças por turma, auxiliares).

5. Parceria. É importantíssimo que haja um canal aberto de comunicação entre escola e família.

6. Preparo. Informe-se sobre a capacitação dos funcionários: formação, experiência e, principalmente, afetividade com as crianças.

7. Segurança. Observe vidros, piscina, parquinho, degraus e tudo que poe representar um perigo. verifique também se a área destinada ás crianças pequenas é separada.

8. Disciplina. A creche tem horários muito rígidos ou que não estão de acordo? Ou é muito solta? A ideal é a que combine mais com sua família.

 

ConsultoriaElizabeth Monteiro, mãe de Gabriela, Samuel, Tarsila e Francisco, é pedagoga, psicóloga e autora do livro “A culpa é da mãe – reflexões e confissões acerca da maternidade”. Lidia Aratangy, mãe de Cláudia, Silvia, Ucha e Sérgio, é psicóloga e terapeuta familiar. Maria Irene Maluf, mãe de Maria Fernanda e Maria Paula, é psicopedagoga e especialista em neuroaprendizagem. Quézia Bombonatto, mãe de Rodrigo, é psicopedagoga, fonoaudióloga e terapeuta.