Criança

5 formas de evitar a asma infantil

Na infância, o cuidado para prevenir a doença deve ser maior

A REDAÇÃO PAIS&FILHOS

 

É só mudar a temperatura que a dificuldade para respirar se manifesta nas crianças. Quem tem filho com asma sabe como esse problema pode incomodar. De acordo com a Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT), cerca de 20 milhões de pessoas são asmáticas no Brasil. Pessoas de qualquer idade podem ter a doença, mas ela é normalmente diagnosticada na infância. Por isso, nesta etapa, é necessário ter mais atenção para evitar seu desenvolvimento. Veja cinco dicas para proteger seu filho da asma:

1. Estimule atividades físicas simples

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Realizar atividades físicas regularmente é importante para crianças e adultos e pode até a ajudar na melhora do quadro de asma. Porém, exercícios muito desgastantes e que exigem muito da capacidade respiratória podem piorar a situação. Em caso de dúvidas sobre algum tipo de exercício físico, consulte um médico.

2. Não fume

Além de fazer mal para a sua saúde, o cigarro prejudica seu filho. Quem é asmático não pode inalar qualquer tipo de fumaça. Portanto, deve ser evitado o contato da criança com fumantes ou com ambientes em que as pessoas fumam com frequência.

3. Livre-se da poeira

O ambiente em que a criança vive deve ser limpo com frequência. Poeira, pó e umidade estimulam o desenvolvimento da doença. Tente deixar a criança afastada de materiais que estejam guardados há muito tempo e de utensílios que acumulam sujeira, como vassouras.

4. Troque roupas de cama, cortinas e tapetes

O recomendável é que a casa de uma pessoa que tem asma não tenha tapetes e cortinas, pois estes materiais podem acumular bastante poeira. Se você não abre mão desses itens, o ideal é que eles sejam lavados semanalmente. Fique atento com as roupas de cama: devido ao acúmulo de ácaros, a dica é trocar até duas vezes por semana.

5. Evite roupas de lã

O tecido, por soltar muitos pelos, é um fator de risco para desenvolver a doença ou acelerar as crises. Dê preferência aos materiais de malha, moletom e nylon, por exemplo.

Consultoria: Dr. Cristiano Rabelo Nogueira, pneumologista