Bebês

Seu filho está com a carteira de vacinação em dia?

Muito melhor prevenir, do que ter que tratar

Redação Pais&Filhos

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(Foto: Shutterstock)

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Muitas vezes dá até dó ver o filho ter que sofrer com aquela picadinha da vacina, não é? Mas a gente sabe que isso é extremamente importante para que a criança fique imune a muitas doenças complicadas. “A criança está no melhor momento da vida para formar anticorpos, por isso todas precisam ser vacinadas”, orienta a infectologista Lessandra Michellim, formada pela Universidade Federal Ciências da Saúde de Porto Alegre, filha de Eva e Vitório.

As crianças não só devem, como têm o direito à imunização pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI) e os pais precisam seguir o calendário de vacinação rigorosamente. “Os pais precisam sempre ser orientados por um profissional quanto às datas de vacinação, porque é fundamental seguir o calendário”, afirma a infectologista Rosana Richtmann, do Hospital e Maternidade Santa Joana, mãe de Caio e Renata.

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“A vacinação começa cedo. O recém-nascido já deve receber as primeiras doses dentro da maternidade. São duas vacinas: a BCG, contra tuberculose, e a hepatite A”, diz a infectologista. E depois é só os pais seguirem o calendário de vacinação.

Alguns casos pontuais têm contraindicação, como uma criança com leucemia ou uma que passou por um transplante de medula. Também há casos de bebês prematuros, com menos de 2 kg, que não podem tomar a vacina BCG (contra tuberculose) até estar com o peso ideal. “Para essas situações específicas, os médicos sempre têm uma alternativa para não deixar a criança sem imunidade”, explica Lessandra.

É melhor não atrasar no dia! Quando a data da vacina é marcada os pais podem até atrasar um pouco, por uma eventualidade, mas é importante que esse atraso não passe de uma semana. “O ideal mesmo, é que a criança seja vacinada no dia marcado, porque demora algum tempo para que o conteúdo faça efeito no organismo”, afirma Rosana.

Os pais precisam saber que reações ao medicamento sempre podem acontecer, tudo depende do organismo. As mais comuns são febre e dor local. Informe-se com o pediatra para não levar um susto se o seu filho tiver algum desses sintomas. O médico pode orientar e receitar algo para os pais medicarem em casa. Caso surja alguma dúvida após a vacinação, ligue para o seu pediatra.

A gente acredita que vacinar é importante!

*Por Jéssica dos Anjos, filha de Adriana e Marcelo.