Pais

10 conselhos de ouro de psicólogos para a criação dos filhos

Educar uma criança não é fácil, mas os especialistas podem ajudar

Isabela Kalil de Lima

Isabela Kalil de Lima ,Filha de Kátia e Fabio

psicologia

(Foto: Shuttestock)

Dia 27 de agosto é o Dia do Psicólogo! Para comemorar, pedimos para os nossos especialistas parceiros  darem dicas incríveis a respeito da criação dos filhos. Uma forma de homenageá-los e também de nos inspirarmos!

1 – “Evite a comparação entre as crianças, pois isso pode trazer ansiedade, frustração e baixa autoestima. Cada uma tem seu ritmo de desenvolvimento. Devemos respeitar o tempo de cada criança e estimular a habilidade que ainda não está aprimorada para a idade.”

Vanessa de Souza Santana Calvão, psicóloga filha de Maria Ap. de Souza Santana e José Santana Filho

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2 – “Pais presentes contribuem para que os filhos sejam autoconfiantes, com autoestima e abertos a relações afetivas construtivas. Não basta dar-lhes conforto físico, nem terceirizar para a babás todos os cuidados. Ter alguém para auxiliar é bom, mas há coisas que só os pais podem dar. A arte de educar inicia com os pais, se estende na escola e se aprimora com a vida.”

Maura de Albanesi, mãe de Lara e Marcela, psicóloga Pós-Graduada em Psicoterapia Corporal

3 – “Não fique apontando o tempo todo aquilo que a criança não é, não sabe ou não faz conforme você imagina. Procure valorizar aquilo que ela é, tem, e sabe.  Do contrário, a relação pais e filho fica envolvida em um clima de sucessivas frustrações e isso não é legal para o desenvolvimento da autoestima da criança.“

Izabella Barros, mãe de Rafael, Luiza e Diogo, psicóloga especialista em desenvolvimento infantil

4 – “Conversar é prevenir. Se você conseguir manter esse canal de comunicação aberto, você sempre terá acesso à vida de seu filho e poderá orientá-lo e desfrutar de sua companhia. Além disso, é conversando que desenvolvemos o senso crítico, julgamento, raciocínio lógico, empatia, capacidade de tolerar frustração e postergar a satisfação imediata em prol de um objetivo maior.”

Karin Kenzler, mãe de Isabella e Mark, psicóloga do Colégio Humboldt

5– “Os pais precisam saber usar a palavra ‘não’. É de vital importância que a criança saiba até onde pode ir. Se pai e mãe passarem esse nível de confiança para os filhos, os valores ficam mais fáceis de serem entendidos.”

Ruy Demartis, avô de Valentina, Franscisco, Marina e Gabriel, psicólogo mestre em educação

6 – “Seja o primeiro ‘Outro’ na vida de seu filho. Ocupe esse lugar na brincadeira, no abraço, no beijo, no olhar, na hora de cumprir as regras. Não seja aquele que atende a todos os desejos, porque rapidamente você deixa de existir e de educar . Faça com que a brincadeira seja boa para seu filho e para você.”

Daniella Freixo de Faria, mãe de Maria Luiza e Maria Eduarda, especializada em psicologia infantil

7 – “Não existem fórmulas simples e rápidas que deem conta da complexidade do desenvolvimento de um ser humano. Cada criança é única. Observe seu filho e acredite em seus instintos. No entanto, se a criança ou você estão em sofrimento por causa de dificuldades, procure ajuda de um psicólogo.”

Christine Bruder, mãe de Paulo e Isabela, psicóloga, psicanalista, e fundadora do Primetime Child Development

8 – “Os pais devem criar regras e rotinas para a criança. Assim, vão ensinar a lidar com situações futuras, como no trabalho. Criar regras envolve também segui-las. Dessa forma, você conseguirá ensinar a criança a honrar as regras, questionar quando não concordam para quem sabe modificar a situação, se flexibilizar, lidar com frustrações, entre outros ensinamentos.”

Yuri Busin, filho de Walnei e Thales, psicólogo diretor do Centro de Atenção à Saúde Mental – Equilíbrio (CASME)

9 – “O seu filho não é você. A sua dor é uma e a do seu filho é outra. Não espere que ele repita a sua história e nem queira poupá-lo das dores que você viveu. Viva a sua vida com dignidade e deixe que ele aprenda a viver a dele.”

10 – “Os filhos esperam que os pais os escutem e os entendam. Não querem que os pais concordem com eles. Apenas necessitam sentir-se compreendidos e aceitos.”

Betty Monteiro, mãe de Gabriela, Samuel, Tarsila e Francisco, psicóloga, pedagoga e escritora

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