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Tecnologia: aproximando e afastando

Samara, mãe de Larissa, está procurando alternativas para que a tecnologia não afaste a sua família

Redação Pais&Filhos

Redação Pais&Filhos

No mundo de hoje é impossível não dar valor ao tanto que a tecnologia fez de melhor em nossas vidas. Melhorou equipamentos médicos-hospitalares, acelerou processos industriais… E também aproximou e afastou pessoas!

Sou amante de tecnologia! Ao invés de sapatos, bolsas…  Uma boa revista, um bom livro, um notebook, um celular novo, um computador, conhecimentos e inovações. Sou viciada!

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E ainda no mundo de hoje, vivemos conectados, seja por trabalho ou diversão/distração/hobby e vício!

E muitas vezes, sei que fico demais. Uma música: vai pro ipad. Um assunto novo, vou pesquisar num livro novo, uma reportagem na mídia, vídeo no youtube para aprender novas receitas, novos usos, aulas virtuais… E por aí vai.

Minha filha tem 11 anos e meio. Mas, nos últimos tempos, vejo que ela tem ficado também muito conectada em celular e notebook para jogos, músicas em inglês, e muito mais…

E já percebi que algumas vezes tem atrapalhado o estudo, tem deixado de brincar de outras coisas para ficar no mundo virtual, conversa com a amiga (vizinha) pelo bate-papo do face, mas não desce no condomínio pra tomar um solzinho!

Me sinto culpada! Pois o exemplo tem sido eu! Algumas vezes no carro, uso o ipad para cantar a música junto com o rádio! Afffff

Tenho me policiado muitoooo, mas realmente percebo que a tecnologia invadiu a vida de todos nós! Tem o lado bom, mas tem nos afastado. Como por exemplo, do que muitas vezes fez – e faz – a televisão!

Nos últimos 8 meses, temos melhorado isso. Fizemos assinatura de gibi, temos lido juntas, conversamos sobre maquiagens (mesmo ainda assistindo algumas coisas em canais no youtube), redecoramos o quarto dela (inspiração virtual), mas compramos jogos de tabuleiro que até podem se relacionar com disciplinas escolares.

Às vezes, eu me sinto perdida! Há alguns anos, em um trabalho da escola, fui levá-la com uma amiga para uma grande biblioteca, no Centro Cultural de São Paulo, e me senti um bicho papão… rs! Até os funcionários estavam chocados com minha atitude em apresentar os livros e forçar as meninas e realizarem pesquisa sem internet! Que dilema! Mas somos de uma família de bons leitores, e muitos docentes. Assim, acredito que esse confronto vai permanecer por mais tempo! rsrs