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Ainda bem que ela foi para escola

Mariana Machado, mãe de Carol, admite que foi difícil, mas depois de dois anos ela agradece ter escolhido a escolinha

Redação Pais&Filhos

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Quando fiquei grávida, eu e meu marido pensamos muito a respeito em colocar ou não nossa filha em uma creche.  Minha mãe até sugeriu “importar” uma pessoa de Salvador para cá, somente para cuidar de Carolina (sim, acredite!)

Como não conhecíamos ninguém em São Paulo para nos dar uma referência de alguma babá (não tive coragem de contactar uma agencia), acabamos decidindo por colocar Carolina em uma creche, ao lado de casa.

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É uma escolinha de bairro, porém super profissional e principalmente atenciosa.  Nos trataram hiper bem e como os procurei quando Carolina tinha 3 meses, consegui participar de todas as etapas de adaptação de minha filha na escolinha (sempre com orientação deles).

Hoje 2 anos depois, consigo ver claramente os progressos que minha filha fez graças a esta minha decisão.  Me surpreendo quando a vejo fazendo coisas novas todo dia, cantando músicas inteiras, se relacionando sem problemas  com outras crianças e adultos.

Para uma mãe de primeira viagem, algumas etapas da vida da criança são bem difíceis de identificar ou de fazer sozinha em casa.  Como ensinar, do zero, uma criança a escovar os dentes?  Com a ajuda da escola, minha filha hoje já é bem independente para a idade dela!  Sem contar que fala pelos cotovelos… JJJ

Tem o lance das doenças?  Sim, tem. Mas a meu ver, isso está mais na mente das mães do que na escola em si.  É claro que o contato diário com outras crianças estimula, mas, isso não quer dizer que uma criança que fique em casa com uma babá, também não corra este risco.

Enfim, acho que agora que já se passaram 2 anos é fácil para mim falar dessa decisão de forma segura, e até incentivar outras mães.  Mas tenha certeza que lá atrás, nos 2 meses de vida da minha filha, foi difícil para caramba!