Gravidez

Relato de mãe: “Fiz laqueadura depois de 6 filhas e estou grávida de gêmeos”

Imagem Relato de mãe: “Fiz laqueadura depois de 6 filhas e estou grávida de gêmeos”

Publicado em 14/07/2020, às 08h03 - Atualizado em 24/04/2021, às 10h18 por Cinthia Jardim, filha de Luzinete e Marco


Após conhecer, David em fevereiro de 2007 em uma rede social, Tatiane Valentim descobriu a primeira gravidez aos 16 anos, cerca de cinco meses depois, em fevereiro de 2008. “Fomos morar juntos em Diadema, onde vivemos até hoje. Tivemos um começo de vida bem difícil, com muita luta e privações para criar nossa primeira filha, Yasmin”, contou em entrevista à Marie Claire.

Sete meses após o nascimento da menina, mais uma surpresa veio: Tatiane estava grávida! “Eu era muito nova e, na época, acreditava que não iria engravidarse estivesse amamentando. Assim, sete meses depois de ter neném, descobri que estava grávida novamente. Foi um susto, naturalmente, mas logo ficamos felizes e animados com a chegada de mais um bebêem casa”.

Assim que a segunda filha do casal, Harumi, nasceu, a mãe descobriu que oito meses depois estava esperando por um terceiro bebê. “Aos 20 anos, já tinha três filhos. Ainda pagávamos aluguel, mas nunca nos faltou nada. Nessa época, meu marido trabalhava como porteiro e eu ficava em casa cuidando das meninas”, contou.

Depois de três anos, o casal decidiu ter mais um filho, pois David tinha o sonho de ter um menino, mas foram surpreendidos por mais uma menina! “Akemy (sim, outra menina!) nasceu com 32 semanas e passou por muitas intercorrências no hospital, incluindo uma meningite bacteriana no terceiro dia de vida, seguida de dez outras internações. Por sorte, minha caçula ficou bem e não teve sequelas”.

Ao terminar a faculdade em 2016, David deixou o emprego de porteiro e a situação financeira da famíliacomeçou a melhorou. “No ano seguinte, a tabelinha falhou e engravidei novamente. Quase caí para trás quando soube que eram gêmeos, mas em pouco tempo abracei a ideia. Na 14ª, no entanto, um dos bebês parou de se desenvolver e prejudicou a saúde do outro. Assim, na 23ª semana de gestação, fui hospitalizada com a bolsa amniótica rompida e, depois de três internações, meu bebê nasceu morto. Só no dia do partodescobri que estava esperando um menino. Lindo, perfeito. Foi um baque para a família toda”, desabafou Tatiana.

Tentando superar o trauma, a mãe pensou que nunca mais engravidaria novamente, pois não queria que as filhas sofressem outra vez. “Até que, sete meses depois, descobri que estava grávida de novo. O medo tomou conta de mim, só relaxei quando ouvi o choro de Sayemi Yris, outra menina. Jamais vou esquecer a emoção que foi sair da maternidade com ela nos braços, e a alegria de chegar em casa com mais uma irmãzinha para as crianças“.

Em junho do ano passado, quando Sayemi estava com sete meses de vida, Tatiana engravidou acidentalmente mais uma vez, e estava esperando por outra menina! “Meu marido ficou apavorado. Sorte que ele havia sido promovido, e nossa situação estava um pouco mais tranquila. A gravidez foi difícil e, para completar, tive uma eclâmpsia na hora do parto. Por causa disso, tive que fazer uma cesarianade emergência e, em seguida, uma laqueadura cauterizada. Sabia que não poderia ter o menino que tanto queríamos, mas nos sentíamos completos com nossas seis garotinhas”.

No começo de julho de 2020, a história mudou completamente e o casal tomou um susto quando ela começou a sentir enjoos e tonturas em meio à pandemia de coronavírus. Apesar dos sintomas serem semelhantes ao da gravidez, ela descartou a possibilidade já que não tinha mais as trompas. “Suspeitei de Covid-19, mas a hipótese também foi descartada. Por desencargo de consciência, resolvi fazer um teste de farmácia e quase caí pra traz quando vi lá os dois tracinhos: positivo. Um exame de sangue confirmou então a gestação. Primeiro chorei por horas, depois tive crises de risos. Meu marido, coitado, não acreditava. Ficou branco, pálido, vomitou e quase desmaiou”.

Ao ir no hospital para tentar entender sobre a laqueadura, o médico disse que a chance de erro é de 0,5% e que havia sido “premiada”. Ao realizar um ultrassom na semana passada, mais uma surpresa aconteceu: a mãe está esperando por gêmeos! “Estou com 5 semanas de gestação. O médico me explicou que um bebê está bem menor que o outro e pode não evoluir. Torço para que os dois venham com saúde, estou radiante com essa missão de ser mãe novamente”.

“Hoje tenho a minha escadinha do amor: Yasmim com 11 anos, Harumi com 10, Mayumi com 9, Akemy com 6, Sayemi com 1 ano e 8 meses, Sayuri com 5 meses e os dois que crescem na minha barriga. A previsão é que nasçam em fevereiro de 2021. Antes disso, meu marido vai fazer vasectomia para fecharmos a fábrica de vez”, completou Tatiana. Estamos torcendo muito para essa família!


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