Gravidez

Previna as varizes na gravidez

Para se livrar do incômodo, use meias elásticas, repouse com as pernas para cima e cuide da alimentação

Redação Pais&Filhos

Redação Pais&Filhos

Não se assuste: as varizes, aqueles veinhas dilatadas nas pernas, podem aparecer na gravidez, mesmo que você nunca as tenha tido antes, por causa das alterações hormonais. Os inchaços, mudanças na coagulação do sangue e dilatação nos vasos sanguíneos aumentam as chances de elas aparecerem durantes os nove meses.

Por causa do barrigão, a veia cava inferior, que é a principal ligação das pernas com o coração e o pulmão, fica comprimida. Isso dificulta que o sangue volte dos membros inferiores e, com a diminuição do fluxo, as veias ficam sobrecarregadas.

Saiba como evitar as temidas estrias

Anúncio

FECHAR

Proteja-se contra manchas no rosto

Quem tem histórico na família ou já teve varizes antes, corre mais risco de que elas apareçam durante a gestação. Outros fatores agravantes são a obesidade, o sedentarismo e trabalhos que demandam muito tempo em pé ou sentada.

Além do fator estético, as varizes causam dor nas pernas e uma sensação de peso. Para resolver o problema, meias elásticas e repouso com as pernas para cima ajudam bastante. Medicamentos e exercícios físicos podem aliviar os sintomas, mas apenas com orientação médica. Claro que controlar o peso com uma alimentação balanceada também é fundamental. E lembre-se de não ficar muito tempo na mesma posição.

Existe uma cirurgia, mas que só é recomendada em casos graves. Para saber a gravidade, só por meio de exame com um médico especialista, que pode pedir uma ultrassonografia com Doppler.

Depois do parto, elas devem diminuir. “Com o nascimento do tão esperado bebê, muitas coisas voltam ao normal. Com a liberação da principal veia que proporciona o retorno venoso, as varizes nas pernas tendem a diminuir e algumas somem”, explica o Dr. Alexandre Trevisan, cirurgião vascular e sócio do Banco de Cordão Umbilical – BCU – Brasil. Só não tenha tanta pressa: pode demorar de 3 a 4 meses para elas sumirem.

Consultoria:

Dr. Alexandre Trevisan, cirurgião vascular e sócio do Banco de Cordão Umbilical – BCU – Brasil