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Depois de Maraísa, Maiara diz que foi diagnosticada com alopecia; entenda a condição

Maiara, da dupla com Maraisa, fala sobre tratamento de alopecia - Reprodução/Instagram
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Publicado em 24/08/2023, às 15h52 por Beatriz Rodriguez, filha de Rogeria e Walter


Nesta quinta-feira, dia 24 de agosto, a cantora Maiara, de 35 anos,falou que está em tratamento para a alopecia. Em uma postagem realizada em suas redes sociais, ela revelou detalhes sobre o seu diagnóstico e condição. Em 2021, Maraísa, sua irmã gêmea, foi diagnosticada com a mesma doença.

De acordo com informações divulgadas pela revista Quem, a artista está fazendo acompanhamento médico com o especialista em tricologia e restauração capilar, Domingos Sávio Coelho e com a criadora da técnica de alongamento microemborrachado, Eliana Martins.

“Não adianta só ter um cabelo bonito por fora, ele tem que estar saudável por dentro também. A Eliana e o doutor Domingos fazem isso por mim. Eles cuidam do meu cabelo de forma integral, desde a escolha do mega, a troca, até o método da microemborrachada. E não esqueçam da importância da vitamina e da aplicação correta, com os exames em dia. Cuidar do cabelo é cuidar da autoestima”, falou a cantora sobre o seu tratamento.

Entenda mais sobre a condição

A alopecia é uma condição que provoca queda de cabelo e calvície. De acordo com Luciano Barsanti, médico tricologista e Presidente da Sociedade Brasileira de Tricologia, existem muitas causas para a doença, mas as principais são as chamadas androgenéticas. Segundo o especialista, cerca de 40% das mulheres e 80% dos homens possuem alopecia.

Existem alguns tipos de alopecia:

  • alopecia androgenética
  • alopecia eflúvio telógeno
  • alopecia areata
  • alopecia cicatricial
  • alopecia por tração

O problema não atinge somente os adultos. Segundo o tricologista, o Instituto do Cabelo atende de 3 a 4 crianças por semana com casos de lesões irreversíveis no couro cabeludo e, a cada 10 crianças atendidas, 30% apresentam quadros de alopecia cosmética por tração, causa mais comum de calvície e perda de cabelo em pessoas de até 12 anos.

A alopecia provoca queda de cabelo e pode ter causas genéticas, de fundo emocional, por excesso de tração e até mesmo por problemas relacionados à alimentação
A alopecia provoca queda de cabelo e pode ter causas genéticas, de fundo emocional, por excesso de tração e até mesmo por problemas relacionados à alimentação (Foto: Shutterstock)

O que causa a alopecia?

A alopecia androgenética é causada pelo aumento de absorção do hormônio dihidrotestosterona (DHT) no bulbo capilar, que é destruído e acarreta no afinamento e queda do fio de cabelo. “É importante entender que isso não tem relação com a idade do paciente”, reforça o tricologista. “As mulheres notam um aumento da risca do cabelo, que chamamos de coroa da cabeça. Já o homem fala de uma diminuição do cabelo nas estradas, na região frontal e na occipital – que é a chamada ‘carequinha de padre’”.

No caso da alopecia do tipo eflúvio telógeno, os cabelos caem de forma abrupta – ou seja, de maneira repentina e em grande quantidade. Ela pode acontecer por causas fisiológicas ou psicoemocionais, como:

  • estresse
  • angústia
  • ansiedade
  • cansaço
  • depressão / tristeza
  • síndrome de Burnout

Segundo Barsanti, houve um aumento drástico no número de casos de alopecia eflúvio telógeno durante e após a pandemia da covid-19. “Por duas razões: os fatores psicogênicos e também pela Síndrome da Covid Longa, em que há o processo de inflamação das arteríolas, que são os vasinhos que levam sangue para o bulbo capilar, afetando a multiplicação, diminuindo assim a produção de fios e aumentando a queda de cabelo”.

Quando falamos de causas fisiológicas, a alopecia pode acontecer em mulheres que acabaram de dar à luz. É a alopecia eflúvio telógeno pós-parto. Ela ocorre por causa de uma readequação hormonal após a expulsão da placenta – quando a gravidez chega ao fim e os hormônios daquela mãe voltam a se equilibrar, há a queda de cabelo.

A alopecia eflúvio telógeno pós-parto pode acontecer em torno do terceiro ou quarto mês após o nascimento do bebê e é muito comum, atingindo cerca de 70% das mulheres. No caso da perda de cabelo durante o puerpério, “a recuperação é espontânea”, explica o especialista.

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