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Anvisa proíbe importação de cannabis de uso medicinal usado para tratar doenças como epilepsia

Haverá um período de transição de 60 dias - Freepik
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Publicado em 20/07/2023, às 13h21 por Sophia Dolores, filha de Lucineia e Nilo Júnior


Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a importação de cannabis in natura, bem como flores ou partes da planta. Não serão concedidas novas autorizações ou comprovantes de cadastro a partir desta quinta-feira, 20 de julho.

Anvisa proíbe importação de cannabis in natura, mesmo se for para uso medicinal. Na indústria farmacêutica, o cannabis é usado como analgésico, sedativo e anticonvulsivo no tratamento de doenças como esclerose múltipla, epilepsia, Parkinson, esquizofrenia e dores crônicas, entre outras.
Haverá um período de transição de 60 dias (Foto: Freepik)

Vale ressaltar que o uso de medicamentos feitos à base de cannabis NÃO sofreu mudanças. Desde 2015 a Anvisa permite a importação de produtos com princípios ativos extraídos da planta mediante prescrição médica. E a partir de 2019, a agência reguladora passou a permitir a venda de produtos com substâncias da cannabis em farmácias.

Essas variedades das chamadas “flores de CBD” não são fonte do THC, que é a substância associada ao consumo adulto e recreativo (que é ilegal no Brasil). De forma geral, o consumo do CBD in natura pode ser feito via inalação ou através da preparação de alimentos. Na indústria farmacêutica, o CBD é usado como analgésico, sedativo e anticonvulsivo no tratamento de doenças como esclerose múltipla, epilepsia, Parkinson, esquizofrenia e dores crônicas, entre outras.

Anvisa proíbe importação de cannabis in natura, mesmo se for para uso medicinal. Na indústria farmacêutica, o cannabis é usado como analgésico, sedativo e anticonvulsivo no tratamento de doenças como esclerose múltipla, epilepsia, Parkinson, esquizofrenia e dores crônicas, entre outras.
Não serão concedidas novas autorizações ou comprovantes de cadastro a partir desta quinta-feira, 20 de julho (Foto: Freepik)

Agora, com a proibição da importação de partes da planta, a Anvisa justificou formalmente que não há evidências robustas sobre a eficácia e segurança do uso de partes in natura, além de divulgarem na nota oficial que consideram haver “alto risco de desvio para fins não medicinais”, Além disso, a Agência reafirmou que combustão e inalação não são modos seguros do consumo medicinal.

“Considerando que, até o momento, não existem evidências científicas robustas que comprovem a segurança, somado ao alto potencial de desvio para fins ilícitos, não é permitida a importação de produtos compostos pela planta de Cannabis in natura ou partes da planta, incluindo as flores”, escreveu a Anvisa.
Anvisa proíbe importação de cannabis in natura, mesmo se for para uso medicinal. Na indústria farmacêutica, o cannabis é usado como analgésico, sedativo e anticonvulsivo no tratamento de doenças como esclerose múltipla, epilepsia, Parkinson, esquizofrenia e dores crônicas, entre outras.
Segundo a Anvisa, a regulamentação atual dos produtos de cannabis não inclui a permissão do uso de partes da planta (Foto: Freepik)
Haverá um período de transição de 60 dias para a conclusão das importações que estiverem em curso. “A partir de 20/07/2023, não serão concedidas novas autorizações/comprovantes de cadastro para a importação da planta Cannabis in natura, partes da planta ou flores. Haverá um período de transição de 60 dias para conclusão das importações que já estiverem em curso e as autorizações para importação de Cannabis in natura, partes da planta e flores já emitidas terão validade até 20/9/2023”, completou.

Henrique Fogaça exalta uso do Canabidiol para tratamento da filha

Além de ser um super chef de cozinha, Henrique Fogaça é também um super pai para os três filhos, a primogênita Olívia, João e Maria Letícia. Sobre a filha mais velha, o cozinheiro comentou recentemente sobre a importância de espalhar o tratamento que a jovem faz com CBD (Canabidiol), derivado da maconha.

Henrique Fogaça e filha (Foto: Reprodução/Instagram)

Hoje, aos 17 anos de idade, a menina começou o tratamento com o Canabidiol em 2019, e Henrique Fogaça destacou sobre a melhora do quadro clínico da filha, durante entrevista exclusiva para a UOL. Ele, que criou o Instituto Olívia em busca da democratização ao acesso e informações sobre a maconha medicinal, comentou sobre o lado positivo do Canabidiol para Olívia, diagnosticada com um tipo raro de epilepsia.

“A Olívia começou a tomar há 2 anos e mudou a própria expressão. Ela percebe mais o mundo ao redor e parece mais feliz. Isso não tem preço. São mínimas coisas que trazem uma felicidade muito grande por ver a minha filha mais atenta. Isso pode suprir a dor de muitas famílias.”, alertou o pai.

Fogaça e Olívia (Foto: reprodução Instagram)

Ainda de acordo com o chef, que é também músico e empresário, a principal substância psicoativa da maconha, a THC (Tetra-hidrocanabinol), não é encontrada no tratamento com CBD, além de ser muito importante na medicina ao ajudar contra diversas doenças, como a ansiedade e a depressão.


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