Criança

Brinquedos não devem ser separados por gênero

A Xalingo, desde 2008, trabalha o conceito "brinquedo para criança"

Jéssica Anjos

Jéssica Anjos ,filha de Adriana e Marcelo

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(Foto: Shutterstock)

Classificar brincadeira como de menino ou de menina não faz mais sentido. A empresa gaúcha Xalingo investe em “brinquedo para criança”, sem distinção de gênero. “Nós trabalhamos com esse conceito há muitos anos, desde 2008, mas sem esse nome”, explica Tamara Campos, gerente de Marketing, mãe de Valentina e Vitor

A empresa aplicava a ideia em jogos, só que mais na linha educativa e sempre procurou incluir nas embalagens um produto destinado tanto para meninos como para meninas. “Em 2014, quando decidimos fazer a linha de cozinha, surgiu o conceito de ‘brinquedos sem gênero’. Lançamos a primeira cozinha que fugia do rosa no mercado”, comenta Tamara.

No final dos anos 60 surgiram estudos que sugeriam que meninas são mais propensas a gostar de brinquedos ligados à afetividade e meninos à lógica. Afinal, as mulheres eram direcionadas aos trabalhos de casa e os homens mais ligados ao sustento da família. “Hoje não dá mais para ficarmos presos a estereótipos, precisamos de profissionais de todos os gêneros em todas as áreas”, defende a gerente de marketing.

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Agora os tempos são outros, os adultos buscam informação e estão mais abertos à mudanças. Isso é extremamente positivo para o desenvolvimento das crianças. Você encontra essa entrevista completa na nossa revista de agosto que já está nas bancas!

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