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Que DNA é esse? Mitos e verdades sobre alimentos transgênicos

O nome pode até assustar, mas eles estão no nosso dia a dia e na mesa da nossa família

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(Foto: Shutterstock)

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Os alimentos transgênicos são geneticamente modificados ou produzidos por meio de organismos que sofreram alteração no seu DNA. Dentre outras coisas, esse tipo de mudança é feita para melhorar a qualidade, aumentar a produtividade desses alimentos, ou permitir que resistam mais ao tempo de transporte e de armazenamento. Os transgênicos estão muito presentes nas nossas refeições do dia a dia. Com isso, surgem muitas dúvidas e alguns mitos.

Esse tipo de tecnologia proporciona maior produtividade no campo, reduzindo a demanda por novas áreas, e consequentemente, o desmatamento. Ou seja, ele também ajuda a preservar o meio ambiente. Se pensarmos que esse tipo de alimento chegará com maior frequência às nossas mesas, as questões de segurança alimentar preocupam.

Segundo a nutróloga Ana Luisa Vilela, mãe do Joaquim, até o momento, os alimentos transgênicos não fazem mal à saúde. “Os estudos mostram que os alimentos transgênicos não são maléficos à saúde em um primeiro momento. Em longo prazo, ainda não sabemos o impacto disso, a princípio são liberados porque são seguros”. Já são mais de 20 anos de uso seguro sem qualquer indício de prejuízo à saúde.

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De acordo com a Organização Mundial da Saúde, os transgênicos são liberados e regulamentados, podendo ser consumidos sem nenhum problema. Outro mito existente, é que esse tipo de alimento pode acarretar em mais crises de alergia, porém, nenhum alimento transgênico é acessível à sociedade sem antes passar por inúmeros testes em laboratório e pesquisas sobre os impactos na saúde humana e animal. “Não causam alergia por serem transgênicos, podem causar como causaria qualquer outro alimento, mas não pelo fato de serem transgênicos” afirma a nutróloga.

Agrotóxicos

Uma verdade é que os produtos transgênicos contribuem para uma menor agressão ao meio ambiente comparados com os outros alimentos convencionais. Um dos principais motivos para essa redução é que não há necessidade de tantas pulverizações de agrotóxicos em plantações. Tudo isso porque a característica desses produtos faz com que eles não precisem de tantos inseticidas para combater determinadas pragas, como os outros produtos que consumimos.

“Esse tipo de alimento pode reduzir o uso de agrotóxico, de acordo com sua característica. Por exemplo, dependendo da transformação, um alimento fica livre de uma determinada praga e, por isso, o produto contra ela não precisa ser usado. Porém, pode ser necessário o uso para outras pragas”, como explica a nutróloga Ana Luisa.

Por: Fernanda Ribeiro, filha de Keli Adriana e José

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