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Mudando de opinião

Eliade Ferreira, mãe de Gustavo, era militante da amamentação exclusiva, mas essa não era a melhor opção para o seu bebê

Redação Pais&Filhos

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Gustavo nasceu em Janeiro-12 e desde o primeiro dia de vida sofreu bastante com gases e desconforto abdominal.

Tinha um sonho de amamentar até os 2 anos de idade, li muito sobre amamentação, me preparei para isso.  Então como toda mãe militante da amamentação exclusiva cheguei em casa preparada para amamentá-lo muito… Porém, as cólicas só pioravam um refluxo acentuado e não dormia nem 1 hora seguida.

Até que no primeiro mês de vida ele foi diagnosticado com APLV ( alergia a proteína do leite de vaca), iniciei a dieta de restrição de leite, derivados e soja, porém sem sucesso. O quadro só piorava.

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Cheguei ao ponto de comer apenas frutas e verduras, nada de carne vermelha, feijão, chocolate e peixe, mesmo assim não havia melhora. Conheço muito casos que a dieta de exclusão de leite e derivados deu certo, porém comigo não teve êxito. Estávamos exaustos!!

A gastropediatra sugeriu aos 2 meses a introdução da formula especial de proteína hidrolisada, que é especifica para bebês com APLV. No primeiro dia de uso da formula ele dormiu 6 horas seguidas. Fato que nunca tinha ocorrido antes.

Percebi uma melhora significativa do quadro que me fez perceber que a amamentação naquele momento não era a melhor escolha. Na época fui bem criticada, mas ninguém sabe exatamente o que passamos. Um bebê com dores/desconforto, desde o primeiro dia de vida, era muito cansativo para nós dois.

Hoje Gustavo tem aproximadamente 1 ano e 5 meses, nunca pegou uma gripe, é super saudável, esperto e feliz. E estamos em processo de introdução do leite lentamente.  Tenho certeza que naquele momento fiz a melhor escolha para nós dois, principalmente para ele.