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Escola separa meninos e meninas

A promessa é melhorar o desempenho através da divisão por gênero

Redação Pais&Filhos

Redação Pais&Filhos

 

Pode parecer um retrocesso, mas separar meninas de meninos é um método de ensino que está ganhando adeptos no sul do país. A escola do Bosque Mananciais, localizada em Curitiba, tem como missão proporcionar a mesma grade curricular para ambos os sexos, mas em ambientes e com professores separados, a fim de estimular as aptidões específicas de cada grupo. “Nosso objetivo é aumentar a eficácia de aprendizagem e o nível acadêmico dos alunos. O projeto não exclui e sim aumenta as chances dos alunos se saírem bem nos estudos, porque lida exatamente com as peculiaridades de cada gênero. Meninos e meninas se desenvolvem de forma diferente, com tempos específicos de amadurecimento e modos diversos de interagir com a realidade”, explica Roberto Abia Fernández, diretor geral da escola.

 

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Fora do país

Se no Brasil esse método não é muito difundido, na Inglaterra –  onde esse tipo de ensino é comum -, os colégios singles sex (como são conhecidos) mostram um aproveitamento positivo entre os alunos. Nos últimos cinco anos, das 25 escolas que obtêm os melhores resultados, 94% são de ensino diferenciado. Para endossar as qualidade dessa vertente, um relatório divulgado pela European Association Single Sex Education (EASSE), do ano de 2008, comprovou que as 100 melhores escolas do Reino Unido, 81 adotavam esse modelo de educação.

E você, colocaria seu filho numa escola que separa meninos e meninas?