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Congresso discute a convivência saudável entre pais analógicos e filhos digitais

Pais e profissionais da educação de todo o País discutem a "Geração Z": família e escola na era digital

Redação Pais&Filhos

Redação Pais&Filhos

A Escola de Pais do Brasil (EPB) realiza há 50 anos reuniões nas escolas para discutir assuntos diversos. Em maio, ocorre em São Paulo o 50º Congresso Nacional EPB e, simultaneamente, o 2º Congresso Internacional no Brasil, voltados para a rede pública e privada de educação e para a sociedade em geral. O evento será realizado na Expo Center Norte, em São Paulo, com abertura oficial às 9h, no dia 30 de maio, indo até o dia 1 de junho. 

Congresso traz Geração Z e a relação com tecnologia entre pais, filhos e escola

Vivemos em uma nova era, decorrente da infinidade de possibilidades trazidas pelas tecnologias digitais: da comunicação instantânea, do acúmulo de informações, que exige de pais e educadores constante atualização.

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A definição sociológica denominada “geração Z” caracteriza-se pelas crianças nascidas na era da internet, inseridas no mundo virtual, nas redes de relacionamento, nos blogs, enfim, dos chamados nativos digitais. A educadora Patrícia Konder Lins e Silva, fundadora da Escola Parque, do Rio de Janeiro, marco do ensino liberal no Brasil, explica que a educação está atravessando uma crise de paradigma, devido às novas tecnologias. “Essas crianças nativas digitais chegam às escolas muito mais informadas do que jamais estiveram. Elas chegam mergulhadas num sistema que, em muitos casos, ainda tem um quê de novidade para os professores”.

A Escola de Pais do Brasil

A EPB é uma organização não governamental, sem fins econômicos, voltada para orientar pais e educadores, assim como educar crianças e adolescentes. O trabalho é voluntário e gratuito, tendo como finalidade aprimorar a formação dos pais, futuros pais, cuidadores e educadores, através da transmissão de conhecimentos básicos de psicologia e de técnicas pedagógicas que favoreçam o relacionamento entre pais e filhos, procurando conscientizá-los da sua responsabilidade e do papel na educação dos filhos, e valorizar e fortalecer a família e, indiretamente, formar as crianças. Hoje há 84 seccionais, distribuídas em 12 estados. O trabalho de campo é conhecido como Círculos de Debates, que são conduzidos por casais voluntários, que somam cerca de 800 pessoas, orientados por um temário produzido e constantemente revisado pelo Conselho de Educadores. 

Saiba mais informações sobre a programação aqui.