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Mãe sem culpa e com o copo meio cheio

Redação Pais&Filhos

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É uma questão de ponto de vista e posicionamento. O fato é que sempre preferi ver o lado bom das coisas, ou – como hoje é o Dia da Água – ver a metade cheia do copo. Não é ficar disfarçando ou fazendo "o jogo do contente" da Pollyana. É mais uma sensação de que seu eu passar o dia resmungando do que não vai bem, perco tempo e oportunidade de aproveitar o que está bom. Pois foi nessa inspiração que ontem cheguei em casa, depois de outra 5a feira desgastante. Saio quarta feira de manhã de casa, deixo os filhos na escola, e só os vejo de novo na hora de irem para a cama. Na quinta a rotina se repete, mas nem os deixo na escola. Daí que às quintas feiras chego a sentir uma dor física de saudade dos meninos. Sou corporal, de pele, preciso de contato para sentir que estou junto. E foi por isso que, em vez de colocar eles na cama assim que cheguei, cometi um ato de Desobediência Civil e convidei os dois a dormirem comigo, na minha cama. Eles amaram, claro. Eu no meio, um em cada ponta. O contato físico tem um poder mágico. Avisei ao marido por mensagem e quando ele chegou, tardão, pegou o travesseiro e o pijama e foi dormir na cama do Dani. Disse que não teve nem coragem de mexer naquela imagem tão linda. Sou uma sortuda, né? É isso! Acho que "Culpa não" é isso, saber aproveitar o momento e a parte melhor que ele (sempre) oferece!

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