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Você precisa de pelo menos 8 abraços por dia para ser feliz: saiba o impacto dele na saúde da família

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Publicado em 22/05/2023, às 05h23 - Atualizado às 07h54 por Cecilia Malavolta


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Nesta segunda-feira, 22 de maio, é celebrado o Dia do Abraço. Vamos combinar: não tem nada melhor do que isso. Abraçar é uma terapia, e das fortes! É medicinal, acalma e pesquisas demonstram que abraçar (e rir também) é extremamente efetivo para curar doenças (como a pressão arterial), solidão, depressão e ansiedade – e ainda ajuda a melhorar nossa memória!

São muitos os benefícios que um abraço pode trazer. Mas, você sabia que nós precisamos de pelo menos 8 abraços por dia? Há especialistas no assunto que dizem que todos nós precisamos de abraços diários para nossa sobrevivência. E que oito abraços diários seria o mínimo para isso. Uma terapeuta da família americana afirmou que “nós precisamos de 12 abraços diários para crescermos maduros”.

Alguns especialistas dizem que precisamos de 8 abraços diários (no mínimo) para ficarmos bem (Foto: Shutterstock)

Além disso, estudos mostram que um abraço apertado, quando os dois corações estão pressionados um contra o outro, podem trazer alguns benefícios como:

Além disso tudo, podemos associar os benefícios do abraço com a figura materna (sim, mais uma vez ela fez tudo e muito mais). De acordo com pesquisadores da Universidade de Wisconsin-Madison, um simples telefonema da mãe causa a liberação de um hormônio poderoso que pode acalmar os nervos.

(Foto: Getty Images)

Foi realizado um teste em um grupo de meninas de 7 a 12 anos, o qual disparava os níveis de cortisol – hormônio do estresse. Após estressadas, um terço das meninas foi confortado com o toque de suas mães, um terço assistiu a um vídeo de emoção e o resto foi colocado no telefone com a mãe. A pesquisadora concluiu que tanto as que interagiram pessoalmente, quanto as que interagiram por telefone, tiveram praticamente a mesma resposta hormonal. Os níveis de ocitocina, ou “hormônio do amor”, das meninas aumentaram muito e o hormônio do estresse foi eliminado. Após os resultados, pode-se concluir que a liberação do “hormônio do amor” vai além do contato físico. Escutar a voz da mãe pode ser tão aliviante quanto um abraço e o mais importante: os resultados são duradouros.

Bom demais para ser verdade, né? Mas, atenção: não rola abraçar qualquer pessoa. Segundo estudos da Universidade de Viena (Áustria), os benefícios somente virão quando abraçarmos alguém de quem gostamos, em quem confiamos. E mais: o efeito pode ser contrário quando o abraço vier de uma pessoa não tão agradável; segundo o autor do estudo da Universidade de Viena, o neurofisiologista Jürgen Sandkühler, quando a não gostamos daquela pessoa que nos abraça, nosso corpo libera cortisol, o hormônio do estresse. Nesses casos, interpretamos que está ocorrendo uma violação do nosso espaço pessoal, e nos sentimos ameaçados.

Benefícios do abraço para o bebê

Estabelecer um contato pele na pele com seu bebê tem diversas consequências imediatas sobre a saúde. Não é de agora que os especialistas aconselham isso, nos anos 80, o médico Edgar Rey Sanabria, do Instituto Materno Infantil de Bogotá (Colômbia), incentivou as mães dos prematuros internados a segurá-los no colo, para mantê-los aquecidos e facilitar a amamentação. Deu tão certo que o método ficou conhecido como canguru e foi migrando de lugar em lugar do mundo. “Esse contato promove o ganho de peso, reduz infecções e favorece o controle da temperatura. Os recém-nascidos ficam menos tempo tanto na incubadora quanto na UTI neonatal”, conta o pediatra Thomaz Bittencourt Couto, do Hospital Israelita Albert Einstein (SP).

Os abraços fazem toda a diferença para o desenvolvimento do bebê (Foto: Getty Images)

Outro benefício do toque é com relação a dor. “O estímulo tátil chega ao cérebro mais rápido do que o doloroso, por isso, prestamos menos atenção ao que incomoda. É como se o estivéssemos enganando”, diz a neuropediatra Ana Carolina Coan, professora do Departamento de Neurologia da Faculdade de Ciências Médicas (FCM) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Além de “distrair” o cérebro, pesquisas mostram que o toque também acalma.

Uma delas, feita em parceria pelas Universidades de Oxford e Liverpool John Moores (ambas na Inglaterra), mostrou que um carinho dos pais antes de exames de sangue pode diminuir a dor. Para chegar a essa conclusão, os cientistas observaram o cérebro de bebês com ajuda de eletroencefalogramas antes e após as intervenções. No grupo das crianças que receberam o carinho pouco antes do exame, a área do cérebro relacionada à dor foi menos ativada após o procedimento. “O toque parece ter um potencial analgésico sem o risco dos efeitos colaterais”, afirmou uma das autoras do estudo, Rebeccah Slater, professora de pediatria da Universidade de Oxford.


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