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Brasil segue como referência mundial em aleitamento

Revista científica britânica “The Lancet” analisou dados de 153 países

Redação Pais&Filhos

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Brasil é referência em aleitamento materno

O aleitamento materno exclusivo é recomendado até os seis meses de idade (Foto: Shutterstock)

A “The Lancet”, revista científica britânica, publicou um abrangente estudo comparativo sobre aleitamento materno e destacou o Brasil como referência mundial no assunto. Foram analisados dados de 153 países e o nosso país aparece em uma posição de destaque em relação a países como Estados Unidos, Reino Unido e China.

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O novo estudo mostrou também que mais investimentos em amamentação poderiam representar um acréscimo de 300 bilhões de dólares à economia global e, ainda, salvar a vida de pelo menos 800 mil crianças por ano em todo o mundo.

A evolução histórica do Brasil é citada no artigo, que mostra que, em 1974, as crianças eram amamentadas até os dois meses e meio, em média. Já em 2006, 32 anos depois, o número subiu para 14 meses. Apenas 2% das crianças até seis meses, em 1986, recebiam aleitamento materno exclusivo. Em 2008, na mesma faixa etária, a taxa subiu para 41%.

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O aleitamento materno diminui o risco de doenças como hipertensão, colesterol alto, diabetes, obesidade e colesterol (Foto: Shutterstock)

Outros países analisados apresentaram quedas nestes dados. Um exemplo é a China, que teve redução de 5% neste último índice (aleitamento materno exclusivo). A lei da amamentação, que limita a comercialização de substitutos ao leite materno, também é lembrada no estudo, assim como a rede de bancos de leite humano em mais de 200 hospitais.

A revista britânica, em outubro de 2015, já havia anunciado que a redução na mortalidade infantil no Brasil foi 20% maior que a média mundial, com base em dados da OMS (Organização Mundial da Saúde).

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