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“Será que fiz o certo?”

Amanda, mãe de Pedro, teve que tirar o filho da escola devido a sua falta de resistência pulmonar

Redação Pais&Filhos

Redação Pais&Filhos

Tínhamos uma vida agitada. Durante a manhã, Pedro ia pra escola dele e eu ia para a minha trabalhar, e a tarde nos divertíamos juntos. Sou professora de educação infantil e sei o quanto é importante a sociabilidade nessa fase, o aprendizado é enorme, a criança fica bem mais receptiva com todos que “surgem” em sua vida. Mas, como conseqüência de um engasgo, quando tinha apenas 17 dias, surgiu o refluxo, que acabou resultando em bronquite. O Pedro acabou sofrendo um pouco com o ritmo escolar! Acabávamos faltando muito, pois sempre que mudava o tempo, o que ocorre todo dia e várias vezes ao dia, ele precisava ser hospitalizado. Chegou a ficar internado com falta de ar séria, tendo que usar oxigênio para voltar ao normal.

Assim, eu e meu marido chegamos a conclusão que eu sairia do meu emprego e tiraria o Pedro da sua escolinha, que tanto adorava, para, mais tarde, quando já tivesse mais resistência pulmonar, voltar às suas atividades!

Mas essa questão acabou comigo, pois agora ficamos eu e ele sozinhos o dia todo em meu prédio. Não tem playground e as crianças daqui, nunca vemos. Com isso, me sinto culpada por ele não estar se socializando, curtindo essa fase tão gostosa de brincar com outras crianças! Seus priminhos moram no interior e quando vamos para lá, ele não quer nem ir embora.

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Então, penso: será que foi uma boa escolha? Será que fiz certo em tirá-lo da escola?