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Multiplicando o amor

Eloisa Soares, mãe de mãe de Betina e Lorena, sabe que ter mais uma filha foi sinônimo de mudar certos hábitos e fazer alguns ajustes

Redação Pais&Filhos

Redação Pais&Filhos

Quando a minha segunda filha nasceu, no primeiro mês, confesso que pensei: não vou dar conta! O medo de fraquejar era enorme!

Existe uma boa diferença de 2 anos e 7 meses entre as minhas duas filhas, foi tudo muito bem planejado para que eu conseguisse levar junto a maternidade e a minha carreira de dentista.

Porém, são também 2 anos e 7 meses que minha filha mais velha era filha única!!! E mudar isso de um dia para o outro (apesar de toda a preparação da gravidez) foi muito, e de vez em quando ainda é, na cabecinha dela, difícil.

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Quando minha primeira filha nasceu, fui ter uma ajudante apenas aos 5 meses, pois eu e meu marido fazíamos questão de fazer tudo, dar todos os banhos etc. Já com a segunda filha, foi tudo diferente. A minha atenção com a mais velha tinha mesmo que ser redobrada, pois o ciúmes era eminente e a minha única opção foi ter uma ajudante desde o nascimento para que eu pudesse estar mais a sua disposição.

Hoje, minha pequena está prestes a completar um ano e a impressão que eu tenho é que esse primeiro ano voou e talvez eu tenha perdido vários momentos dela, por ter que dividir o meu tempo com a maior e não ser sua exclusivamente, como fui da mais velha. Ao mesmo tempo, sei que a vida é assim, que o mundinho da mais nova é ensinar a mais velha a dividir e, a mãe, multiplicar o amor!