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Igual a um peixinho

Pamela, mãe de Yasmin, enfrentou algumas dificuldades, mas continua amamentando a filha

Redação Pais&Filhos

Redação Pais&Filhos

Escutei aquele choro e me tornei mãe. Daquele instante em diante faria tudo para ver minha filha saudável e feliz. Então eis que chega a enfermeira e diz “mamãe vamos tentar dar o primeiro mama para sua bebê?”. Bateu ansiedade, medo de não ter leite, medo da bebê não pegar o peito, mas ela pegou! Certinho! Igual um peixinho! E pra mim foi o momento que me fez ver o quão ela dependia de mim. Depois do nascimento, foi o momento mais bonito da minha vida: vê-la novamente me completando, antes na barriga, agora se alimentando no meio seio. O laço de amor entre nós continuava ali! 

Como nem tudo são rosas, ainda no hospital, o meu peito rachou. Mesmo com a pega certinha, o problema é que minha pele é muito sensível, e a falta do biquinho que não existia. Yasmin chorava de fome e eu chorava para dar o peito. 

Uma pediatra chegou a me perguntar se eu ainda queria amamentar, mesmo com dor. Eu ficava pensando: “seria injusto! Com tanto leite que tenho, com ela mamando certinho, e mamando tão satisfeita, vou até onde agüentar”. E aqui estamos, com 11 meses! Não vou dizer que foi fácil, por algumas vezes e opiniões erradas, quase parei. Mas por amor e por saber que é o melhor para minha filha, continuo amamentando, levando umas mordidinhas, uns puxões rsrs, mas tudo vale a pena quando a vejo mamando sorrindo!

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Amo amamentar minha filha! E quando chegar a hora de desmamá-la, vai ser mais triste para mim do que para ela, mas faz parte, né?! Até lá, estaremos firmes nas longas madrugadas de muito peito! E como ela mesma diz “teteta, teteta!”