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É possível ser uma dona de casa feminista?

Novo feminismo traz uma mulher que escolhe cuidar da casa e da família

Redação Pais&Filhos

Redação Pais&Filhos

A última edição da revista TPM (#131) trouxe um assunto polêmico e interessante: é possível ser dona de casa e independente?

O movimento feminista lutou para conseguir a liberdade e a igualdade feminina e masculina e, por muitos anos, as mulheres lutaram (e ainda brigam) por seus direitos e liberdade. Mas, o que vemos é um movimento contrário ao feminismo tradicional: mulheres que querem, que escolhem cuidar dos filhos e da casa e que não aceitam mais trabalhar tanto para empresas. Elas dizem que sentem um “estranhamento” da sociedade, que não valoriza as donas de casa. Em alguns casos trazidos pela edição, as próprias mulheres “novas feministas” tomaram a decisão de ser donas de casa com dificuldade. A atriz Alinne Moraes, com 30 anos e no auge de sua carreira profissional, afirmou à revista que pensa em parar de trabalhar por um tempo quando os filhos vierem.

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Mas, a opção de ficar em casa é, hoje, uma escolha apenas de mulheres que podem se “dar ao luxo” – não é o caso das classes C e D, por exemplo, que ainda seguem rumo à independência financeira e liberdade feminina. Mulheres com menos recursos têm dupla ou tripla jornada.

Todas as entrevistadas pela revista que escolheram este estilo de vida se dizem feministas (exceto as pastoras evangélicas, como Ana Paula Valadão e Cristane Cardoso, filha do pastor Edir Macedo).

A escritora inglesa Jessica Mann, 75 anos, discorda dessas mulheres. Para ela, algumas mulheres (principalmente as jovens) idealizam a vida em casa, pois elas não “viram as batalhas feministas (…) acham que o direito das mulheres são coisas que foram facilmente conquistadas. Mal sabem elas”.

E agora? É possível ser independente? O que esta liberdade desperta na nova relação entre homens e mulheres?

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