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Dando muito amor

Izabel, mãe de Arthur, prefere cuidar do filho com a ajuda do marido, que apoiou a sua decisão

Redação Pais&Filhos

Redação Pais&Filhos

Esse tema é uma polêmica, porque a gente sempre quer o melhor pro filho e a sociedade cobra demais o que nem é do interesse deles. 

Quando engravidei, eu trabalhava há 11 anos. Assim que meu pequeno nasceu, cumpri o aviso. Enquanto isso, ele ficou na minha mãe, eu chorava sempre que o deixava, mesmo sendo na casa da minha mãe, era muito apego, me apeguei demais ao meu pequenino. Resolvi que ia tirar um tempo pra cuidar dele, com o amor de mãe que ele merece. Afinal, ele precisava de mim, do meu acompanhamento. Decidi, então, parar de trabalhar para me dedicar 100% ao meu baby.

Esperei ele falar as primeiras palavras para colocá-lo na escola, assim eu teria certeza que ele iria me contar os acontecimentos na escola. Foi muito difícil também, chorei durante duas semanas para me adaptar à fase escolar. Afinal, ficávamos 24 horas por dia juntos e algumas horas separados, o que gerou um aperto enorme no coração. Hoje, ele vai pra escola no período da tarde, das 13h às 17h. Continuo sem trabalhar, cuidando dele, protegendo e dando muito amor. O Arthur sente e sabe do meu carinho por ele. Digo que não trabalho para cuidar dele e meu filho adora os momentos em que ficamos juntos. 

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Sou orgulhosa por isso. Com 4 anos, fala bem, se alimenta bem, é comunicativo, se relaciona bem com todos, um garoto inteligente, ama os amiguinhos da escola, já escreve o nome, sabe contar até 10 em inglês, isso é orgulho demais pra mim.

Culpa? Essa palavra pesa um pouco. Agora sim seria o momento de voltar ao mercado de trabalho, mas pra trocar seis por meia dúzia, prefiro cuidar do meu filho do jeito que ele merece, dando carinho e muito amor.

Sou grata por ter o marido que sempre me apoiou nessa decisão de não trabalhar para dar o melhor pro nosso filho.