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Criança junk food

Gabriela, mãe de Maria Clara, tem medo que a sua filha não crie hábitos saudáveis

Redação Pais&Filhos

Redação Pais&Filhos

Ela nasceu com um peso bom, 3,6kg e acreditei que seria uma criança gordinha. A cada nova consulta no pediatra, uma nova cobrança. Esperava e queria que ela fosse gordinha, que ganhasse 1kg ao mês, mas isso não aconteceu. Entendi, então, que ela teria o biotipo do pai: alta e magra.

 Porém, ser uma criança magra e não excluída, também existe a necessidade de ela ser uma criança saudável, não é mesmo? Sucos e frutas sempre foram muito bem aceitos, desde o começo. As papinhas salgadas iam muito bem, também.

Quando ela estava prestes a completar 1 ano, a alimentação sólida foi introduzida e ela nunca fez cara feia pra um pratinho de arroz e feijão. 

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Mas hoje, na altura de sua “adolescência da infância” – ela tem 1 ano e 7 meses -, Maria Clara tem se mostrado uma criança difícil pra comer. Comer comida, é claro! Iogurte, biscoito, fruta, cereal, tudo isso ela come muito bem. Mas quando se trata de arroz, feijão, legumes, carne e afins, três ou quatro colheradas já satisfazem. Que sonho ver minha filha mordendo um brócolis! rs 

Minha nova saída, recente, é tentar fazer coisas novas que  estimulem e que “mascarem” os legumes, por isso, estou sempre em busca de receitas como hamburguinho caseiro com legumes, arroz de beterraba e afins, tudo para que ela absorva os nutrientes e se alimente bem. 

Tenho muito medo dela se tornar uma criança “junk food”, que não aceita nada além de batatas fritas e miojo 🙁