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Contando até dez quantas vezes for necessário

Gabriella Brandão, mãe de Luisa e Antonio Pedro, pensa que o grito é uma forma de agressão à criança

Redação Pais&Filhos

Redação Pais&Filhos

Confesso que já gritei com os meus filhos e não me sinto confortável com isso. Mas a criança, às vezes, realmente nos tira do sério e quando você vai ver, gritou. Apesar disso, não gosto de gritar e acho que o grito não ajuda, pelo contrário, ele muitas vezes desestabiliza a criança, que fica com medo da situação e só para o que estava fazendo por sentir medo e acuada. O grito do pai assusta mais as crianças que o da mãe, mas nenhum dos dois é uma boa estratégia.

É preciso ter sempre em mente que as crianças aprendem muito com os exemplos dos pais. Ou seja, aprendem muito mais com as nossas atitudes do que com as nossas palavras, assim, você gritando com os seus filhos, faz com que eles assimilem a mensagem de que para conseguir o que quer tem que gritar.

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Eu acho que o grito não chega a ser uma agressão tão grave quanto o ato de bater, mas quando se grita fica bem claro para a criança que a mãe e/ou o pai estão com raiva, e isso não é legal. Muitas vezes temos que nos controlar, contar até 10 quantas vezes for necessário.