Família

Após lei, licença-paternidade vira tendência em grandes empresas

Natura e Twitter concedem mais tempo de licença-paternidade do que recomenda a lei

Redação Pais&Filhos

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(foto: Shutterstock)

Evento realizado pela Natura debateu o papel do pai na primeira infância dos filhos. Temos que dar o braço a torcer, nunca se falou tanto sobre a participação paterna na educação das crianças. Prova disso é que no início deste ano, a licença-paternidade foi estendida de 5 para 20 dias. Momento fundamental para apoiar a companheira e estabelecer vínculo com o bebê.

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A empresa de cosméticos brasileira tem se destacado nesse cenário apoiando novos pais e oferecendo licença-paternidade remunerada de 40 dias, o dobro do que recomenda a lei. A iniciativa também é válida para casais do mesmo sexo e para casos de adoção.

 

De olho nessa tendência, outras empresas também estão seguindo este exemplo e concedendo um prazo maior de licença-paternidade para seus funcionários. Durante evento, o vice-presidente do Twitter para América Latina, Guilherme Ribenboim, anunciou que a empresa está oferecendo licença de 5 meses para os funcionários que se tornaram pais.

“Quando meus filhos nasceram, não pude estar tão presente. Viajava muito a trabalho, então vi nessa iniciativa uma forma de compensação, pois assim os pais podem interagir mais com seus filhos e, consequentemente, a produtividade aumenta”, disse.

Mariana Kotscho, jornalista e apresentadora do programa Papo de Mãe, da TV Cultura, também participou do debate: “É importante que as mães entendam que os pais podem ser mais participativos, então devem confiar os cuidados dos filhos a eles. Vejo que muitas reclamam que não têm ajuda, mas quando os pais se oferecem para fazer algo, elas recusam”.