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A escolinha pode esperar

Alessandra Marques, mãe de Maria Flor, decidiu: Escolinha só depois dos dois anos

Redação Pais&Filhos

Redação Pais&Filhos

Mesmo antes de me tornar mãe, já me preocupava muito com a questão ” escolinha “. Assim, que a Maria Flor nasceu, visitei algumas escolinhas, mas meu coração ficou demasiadamente inquieto em transferir para um ” desconhecido ” os cuidados a minha filha, segurança, alimentação, medo da violência que assistimos e lemos diariamente.

Minha mãe, delicadamente ( sei que ela também não estava com coração tranquilo ) se prontificou a cuidar da minha Mariazinha, ela é a primeira neta, primeira sobrinha e filha e havia em todos o desejo de cuidados ” especiais “. Nesta época eu gerenciava uma loja, que pertencia a uma pessoa da minha família, pó que me permitia ter flexibilidade de horários pra levá-la ao médico, chegar um pouco mais tarde ou sair mais cedo quando havia necessidade.

Hoje a Maria Flor está prestes a completar 2 anos, irá para a escola apenas no ano que vem ( já até escolhemos o colégio ) não acredito que ” esteja atrasada ” em relação a outras crianças na mesma idade que já freqüentam a escola. Mesmo em casa ela recebe incentivos, tem livre acesso a livros, desenhos e brinquedos da sua idade. Já se arrisca até em dizer algumas palavrinhas em inglês, uma graça.

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Se é certo ou errada a decisão que tomei, em aguardar para levá-la a escola, só o tempo dirá, mas fiz o que meu coração mandou. Me sinto muito privilegiada em ter um ” Anjo da Guarda ” chamado por mim de Mãe e pela Maria Flor  de Vovó para dividir os cuidados com a minha filha, enquanto trabalho ( pois, sei que não são todas as mamães que tem essa opção ).