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Raio-X do chocolate

Redação Pais&Filhos

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O chocolate surgiu na América Central, mas não era como o conhecemos hoje. Era uma bebida amarga e sem qualquer adição de açúcar. Foram os europeus que acrescentaram açúcar de cana para diminuir o sabor amargo. Com a Revolução Industrial, o cacau passou a ser usado para a produção do chocolate sólido, do jeito que ele é hoje, e passou a ser usado como importante fonte de energia. Hoje, o Brasil é o terceiro maior produtor de chocolate do mundo e só nesta Páscoa deverá contar com 80 milhões de ovos à venda.

Ao leite: tem mais leite em pó e açúcar do que cacau, por isso o sabor mais doce. O teor de cacau é de 30% a 40%. Costuma ser o preferido das crianças, mas deve ser consumido com moderação.

Crocante: as amêndoas ou castanhas podem ser uma fonte de vitamina A, B, K, E, fibras e minerais. Não se iluda: se a base do chocolate for ao leite, ele terá ainda mais calorias.

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Branco: muita gente diz que chocolate branco não é chocolate, pela sua composição ser basicamente de leite, açúcar e manteiga de cacau. Nada da fibra de cacau usada nas outras variações. Por ser doce, costuma atrair muitos fãs.

Chocolate sem lactose: hoje é possível encontrar chocolates de marcas conhecidas e acessíveis que não levam lactose. Há uma variação da quantidade de cacau em cada um dos produtos, mas a média é entre 50% e 70%.

Chocolate diet: Na verdade, o doce é feito para diabéticos e não para pessoas que estão de dieta. Ele substitui o açúcar pela gordura, tornando-se ainda mais gorduroso e calórico do que o tradicional. Por isso, chocolate diet engorda sim!

Amargo: rico em cacau, é o melhor para a saúde porque tem menor adição de açúcar ou de leite. É rico em possenol, antioxidante que ajuda na prevenção do colesterol ruim, inibe processos inflamatórios e evita o acúmulo de gordura nas paredes dos vasos sanguíneos.

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