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Pé de galinha não mata pinto: 7ºBrunch Culpa, Não!

É possível ser ótima mãe, desde que você esteja tranquila com suas escolhas

Redação Pais&Filhos

Redação Pais&Filhos

Dezembro foi agitado na Pais & Filhos. Além do clima de fim de ano, tivemos o sétimo brunch com as mães do Culpa, Não! Nesse mês, recebemos a psicóloga e autora do livro Vida de Equilibrista (ed. Cultrix), Cecilia Russo Troiano, mãe de Beatriz e Gabriel, para conversar sobre as culpas maternas.


Vivian Zollar, mãe de Caio, que voltou ao trabalho quando o filho tinha 15 dias, deu uma lição de tranquilidade: “O mais interessante na questão da culpa é não se deixar levar pelo julgamento alheio”.
Para Cecília Russo Troiano, a culpa começa com "ser mãe", mas não precisa ser assim: se essas mulheres estão felizes com as suas escolhas, as chances de elas criarem filhos felizes é maior.


Quando o assunto foi parto normal ou cesárea, o resultado foi claro: não importa o tipo de parto, o que vale é a saúde e bem-estar da mãe e da criança. Katia Felix, mãe de Guilherme, conta que optou direto pela cesárea: “Vou ter outro filho e já estou até agendando a próxima”.Cecilia Troiano lembrou que, às vezes, as mães emprestam as culpas umas das outras. “A gente perdeu um lado intuitivo nosso, de saber o que é melhor para a  gente mesma”, frisa a psicóloga.

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A dúvida sobre como conciliar a função de mãe e a de profissional ainda é forte entre grande parte dessas mulheres. Para Betânia, mãe de Mateus e Gabriel, o trabalho a aproxima de seus filhos. “Sou uma mãe melhor trabalhando fora”, conta.


Já Daniela, mãe de Yris, foi demitida quando ia voltar de licença-maternidade, mas manteve o filho matriculado na creche porque precisava de um tempo para si mesma. No fim, o ensinamento é traduzido com um ditado antigo: “Pé de galinha não mata pinto”, finaliza Mônica Figueiredo, nossa diretora editorial.

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