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Parteiras podem evitar dois terços das mortes de mães e recém-nascidos

Estima-se que essas profissionais salvem em média 300 mil mulheres e 3 milhões de bebês no mundo todos os anos

Redação Pais&Filhos

Redação Pais&Filhos

 

Nessa semana acontece o Dia Mundial da Parteira. Para fazer menção à data, o Fundo de População das Nações Unidas (Unfpa) destacou que a atuação das parteiras pode evitar 2 terços das mortes maternas e de recém-nascidos registradas no mundo. Segundo a instituição, estima-se que essas profissionais salvem em média 300 mil mulheres e 3 milhões de bebês no mundo todos os anos.

Além disso, de acordo com a entidade, as parteiras também são capazes de oferecer 87% de todos os serviços relacionados à saúde sexual e reprodutiva materna e ao desenvolvimento do recém-nascido. Ainda assim, apenas 42% das pessoas com habilidades para serem parteiras trabalham nos 73 países onde são registradas mais de 90% das mortes maternas e de recém-nascidos.

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Desde 2008, o fundo das Nações Unidas trabalha em parceria com governos e formadores de políticas públicas na tentativa de construir uma força-tarefa de parteiras competentes e bem treinadas para atuar em localidades de baixa renda.

 Em declaração à imprensa, a parteira Alana Pozelli do grupo Parteiras Aurora,  afirmou que as profissionais atendem gestantes em casa.E o acompanhamento começa durante a gestação e vai até o pós-parto, com auxílio na amamentação e nos cuidados com o períneo. O atendimento é sempre realizado em dupla. Desta forma, se acontece alguma complicação com a mãe e com o bebê juntos, estando em duas, fica mais fácil lidar.

Para a profissional, a atuação das parteiras em países como o Brasil é fundamental, uma vez que ajuda a desvincular a ideia do parto centrada no hospital e no médico. A ideia, segundo Alana, é fazer as mulheres entenderem que podem parir e que são protagonistas nesse momento.

*Com informações Agência Brasil


 

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