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Mãe precisou procurar orientações com outra pediatra para conseguir amamentar

Priscila incentiva que as mães com dificuldade busquem outras alternativas

Redação Pais&Filhos

Redação Pais&Filhos

25/09/2012

Priscila Miranda, mãe de Ana Carolina Fernandes de Araújo

“Quando minha filha nasceu, logo queria amamentá-la e, no mesmo dia, já quis dar o peito para ela. Ouvi das enfermeiras que ela tinha a “pega” certa; fiquei superfeliz.No dia seguinte, falaram que minha filha estava com o hábito de ficar “chupetando” o meu peito. Continuei tentando dar o peito e a pediatra da maternidade me mandou dar, para complementar, 30ml de fórmula. Fiquei super decepcionada, mas continuei tentando.

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Depois de mais uma semana, a nossa pediatra disse que eu não tinha leite suficiente e que eu tinha que continuar, após o peito, a dar a fórmula de 30ml e ir aumentando conforme a bebê pedisse.Minha sogra achou um absurdo uma bebê com menos de um mês já estar tomando na mamadeira e, mais uma vez, fiquei decepcionada, muito triste e nervosa. Eu chorava muito, porque tudo o que eu queria era poder dar o melhor para minha filha.


Notamos, com um mês e meio, que a bebê foi perdendo o interesse de mamar no peito, começamos a ficar preocupados e resolvemos consultar outra pediatra, que nos aconselhou a tirar a fórmula e forçar só o peito. Eu estava sempre à disposição e dava o peito sempre que a bebê pedia, mas, ao final de uma semana, ela não tinha ganhado nada de peso.


Então, a nova pediatra resolveu me receitar um medicamento, que é um antidepressivo leve e que tem como efeito colateral o aumento da produção de leite. Na primeira semana, ela ganhou 350 gramas e, com o tempo, não quis mais a mamadeira e passou a ficar só no peito. Daí em diante, não parou mais de ganhar peso. Minha vontade de divulgar minha historia é para que outras mães, que tenham este ou outro tipo de problema com seus bebês, sempre tentem buscar alternativas, não desistam nas primeiras dificuldades.”
 

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