Família

Pedacinho colorido de saudade

Do confeito de açúcar ao confete de papel, o pedacinho colorido é ícone do Carnaval brasileiro, mesmo que tenha surgido bem longe daqui

Redação Pais&Filhos

Redação Pais&Filhos

 

O confete tem tudo a ver com o Carnaval brasileiro, mas sua primeira aparição não aconteceu por aqui, e sim em Roma, na Itália. Os “confetti” ou “confeitos”, como eram conhecidos, eram representados, na verdade, por grãos de açúcar que as pessoas jogavam umas sobre as outras.

Com o passar do tempo, na metade do século 19, o açúcar foi substituído pelo papel e se espalhou pela Europa. O primeiro registro do confete de papel foi feito em Paris, no ano de 1892. E não demorou para que chegasse ao Brasil, local onde ele seria tão bem recebido por folíões.

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Os papeizinhos carnavalescos vieram para cá junto com o costume dos carros alegóricos, também comuns da tradição europeia. Em seguida, passaram a ser incorporados às festas brasileiras, criando-se assim as Batalhes de Confete. Por mais que o nome seja um pouco assustador, a prática era uma grande brincadeira: bastava jogar confete nas pessoas que estivessem ao redor. Mais ou menos como a gente faz hoje, mas de dentro dos carros carruagens. Por isso, apenas a nobreza e a burguesia participavam.

 Nos anos seguintes, blocos populares começaram a se organizar para fazer a Guerra dos Confetes entre os bairros, deixando a farra mais parecida com os nossos bloquinhos de hoje.


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