Família

Até que enfim! Casal consegue registrar filha com nome de origem africana

Após três meses do nascimento, a Justiça determinou que o cartório registrasse o nome

Redação Pais&Filhos

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O casal Cizinho e Juliana de Paula  conseguiu registrar a filha com o nome de Makeda (Foto: Lula Aparício/ Divulgação OAB)

O casal Cizinho e Juliana de Paula conseguiu registrar a filha com o nome de Makeda (Foto: Lula Aparício/ Divulgação OAB)

Você se lembra do casal Cizinho Afreeka  do Jéssica Juliana de Paula? Em março, nós contamos a história deles. Esses pais tentaram registrar a filha com o nome de Makeda Foluke, mas não conseguiram. Depois de muita luta e constrangimento, eles finalmente puderam registrar a filha com o nome de origem africana, que significa “grandiosa”.

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Após o impedimento, o casal procurou o advogado Hédio Silva Jr., que ingressou com um recurso no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. O Tribunal determinou, por unanimidade, nessa quinta-feira (9) , o registro de “Makeda Foluke de Paula da Silva”, nascida em 16 de março.

A primeira tentativa de registro foi feita no Cartório do 2º Distrito São João de Meriti, no Rio de Janeiro, que se recusou a emitir o documento com o nome de origem africana escolhido pelos pais. Segundo Cizinho, o cartório teria alegado que o nome poderia causar vexame para a criança no futuro.

Os pais da criança ficaram emocionados quando souberam decisão da Justiça. “Estávamos esperando esse resultado e a sensação é muito boa. Tenho esperança de que essa vitória seja coletiva, para que outras famílias afro-brasileiras não passem pelo mesmo processo e possam batizar seus filhos com nomes de origem africana”, disse o pai.