Criança

Polêmica do “Tablet” divide educadores

Benefícios e malefícios da tecnologia dos tablets chegam ao público infantil. Para alguns, eles podem (e devem!) ser introduzidos nas escolas

Redação Pais&Filhos

Redação Pais&Filhos

No mundo da tecnologia os tablets conquistaram seu espaço totalmente: com os adultos, jovens e, mesmo, crianças. Mas, agora, a discussão se volta para o mercado dos bebês. Pois é, hoje os educadores já adotam, ou discordam, do uso da tecnologia nas creches e escolas infantis, para crianças menores de 5 anos.

O jornal Folha de S. Paulo falou com alguns especialistas e retratou os argumentos pró e contra o uso do tablet na educação infantil. “É uma ferramenta interessante porque traz um tipo de mídia com grau de interatividade que a televisão e os filmes infantis oferecem e por causa da tela sensível ao toque, que torna o uso mais fácil para as crianças. É muito intuitivo, e o bebê não se limita à atividade motora”, avalia Christine Bruder, 40, diretora da Primetime, escola no Morumbi, em São Paulo, que atende crianças de até três anos e usa os aparelhos desde o ano passado.

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Discordado da diretora da Primetime, a diretora da escola maternal e jardim, Quintal do João Menino, Valéria Rocha, de 39 anos, disse ao jornal. “Se a gente coloca a criança na [frente da] televisão ou no computador ou qualquer um desses joguinhos em que ela só aperta botão, ela não tem de criar nem imaginar nada”.

Para os especialistas que adotam o uso do tablet para os pequenos, o resultado tem sido positivo. Mas lembram que a tecnologia tem hora certa – e tempo contado. “As atividades com tablet não podem substituir explicações do professor; as brincadeiras com tablets não podem e não devem substituir as entre as crianças; o contato físico com amigos reais é mais importante –e imprescindível”, diz Bruna Elias.

Leia a matéria na íntegra no site da Folha.