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O bem vence o mal

Equilíbrio é a palavra chave! Pode tudo, desde que a gente converse antes

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Foto: Shutterstock

Lá em casa eu prezo muito pela boa alimentação. E isso nem sempre quer dizer uma alimentação saudável. Equilíbrio é a palavra chave! Pode tudo, desde que a gente converse antes. Em relação aos alimentos, eu nunca disse um “não, porque não e ponto final.” Explico, mostro a tabelinha de açúcar, de gordura e do que faz bem e do que não faz.

Isso não quer dizer que eu seja a louca da dieta (com as crianças, não!) Nem que fique proibindo o filho de comer um Danoninho ou um pão com Nutella. Mas não dá para viver disso, certo.

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Existem erros, por exemplo, que eu cometo e explico a eles que não é legal, Como o caso da Cola-Cola. Esses dias Gabriel falou: “Mamãe, você sabia que pode te rum câncer tomando Coca?” sim, eu tomo de vez em quando na frente deles e sei que isso não é legal. Mas explico também que tem coisas que não são legais, mas que de vez em quando pode (ou que de vez em quando a gente não resiste mesmo!)

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Foto: Arquivo pessoal

E eles não tomam refrigerante, tá? O mais velho já até provou, mas a bebida dele é água mesmo. Uma coisa que me ajudou muito a achar esse equilíbrio e a parar com as insistências em casa foi a regrinha do “bem vence o mal” que criamos em casa. Saiu da minha cabeça mesmo, não tem nenhum embasamento científico ou nutricional, mas  surgiu diante de uma sessão de desenhos.

E funciona assim: o corpo precisa de coisas saudáveis para viver, ter energia e fazer a gente dormir bem, pensar, crescer e ter disposição. E coisas boas vencem as coisas ruins. O corpo manda as coisas ruins pelo xixi e pelo cocô e fica com as coisas boas para transformar em energia e saúde.

Então (aí vem a jogada…) se comer uma coisa ruim tem que comer uma coisa boa, assim o corpo terá sempre bons alimentos para utilizar. E poderá jogar fora o que no presta.

 

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Foto: Arquivo pessoal

Na prática: se toma rum suco de caixinha tem que tomar um suco natural. Se comer um chocolate, tem que comer uma fruta. Para ter batata frita no prato é preciso comer o arroz e feijão. E por aí mais.

A lista do que é bom e do que é ruim foi feita por Gabriel mesmo. E ele tem noção de quase tudo que faz mal. E do que é irresistível também. Ele fez, eu ajustei e criei um quadrinho para que ele sempre visualizasse a lista dos super-heróis culinários. Assim ele poderia sempre montas as suas “batalhas”.

Com isso, acabaram as sessões de “porcarias gostosas” a todo instante. Não é que elas deixaram de existir, mas apenas achamos uma forma de equilibrar a alimentação, com o que pode e não pode, de uma forma divertida!

Lista do bem:

Frutas

Água

Suco de fruta natural

Pão integral

Verduras

Saladas

Molho de tomate feito em casa

Torrada

Bolo da mamãe

Lista do mal

Chocolate

Sorvete

M&M

Chocotone

Suco de caixinha

Bolacha recheada

Batata frita

Nuggets

Salsicha

Bolo de pacote

Veja lá no meu blog Dica de Mãe, como fazer a sua batalha das comidas, imprimir e fazer dessas regrinhas uma atividade divertida!

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