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Enxoval herdado

Aproveitar o enxoval do primeiro filho é mais do que uma necessidade. É uma lição de sustentabilidade, reciclagem e reaproveitamento

Quando abri a caixinha do enxoval do Gabriel, eu peguei roupas ainda com etiqueta. Outras que ele nem chegou a usar. E muita, mas muita coisa absolutamente nova. O mesmo aconteceu com os brinquedos mais legais (e mais caros) que eu consegui guardar. Além do carrinho, do bebê conforto, do cadeirão de alimentação e outros utensílios de puericultura.

Esses dias li a coluna do amigo Ike Levy aqui na Pais & Filhos sobre enxoval sustentável. Se ele, que teve um menino, após o nascimento da Nina, já aproveitou um monte de coisas, imagina quando o segundo filho é do mesmo sexo do primeiro… É uma festa.

Essa foi uma das razões, por exemplo, pela qual eu não viajei para os Estados Unidos para fazer enxoval do Rafa. Tá certo que toda hora tem alguém lá fora que traz uma encomendazinha pra mãe aqui. Afinal, os preços no Brasil beiram o absurdo.

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Mas praticamente tudo que faltava quando o Rafa nasceu, e até hoje, eu resolvo nessas lojas grandes de artigos para bebê, como a Tip Top Mega Store, que tem uma linha linda de roupas.

Na liquidação de fim de ano (e aproveitar as liquidações sazonais é a grande sacada!), eu fiz o primeiro complemento do enxoval. Comprei novos bicos de mamadeira, chupetas (isso não dá pra reaproveitar), roupas de recém-nascido pro verão (o filho mais velho nasceu no inverno), banheira, toalhas, esterilizador de micro-ondas, cabides, etc.

Com cerca de mil reais eu resolvi tudo que faltava.

Agora, no meio do ano, nessa última liquidação, fizemos mais uma leva de compras. Aqui foram mais roupinhas de inverno, lençóis, conjunto de bodies e babadores e os talheres e pratinhos para iniciar a alimentação sólida.

As roupas do primeiro filho eu separei por etapas (0 a 3 meses, 3 a 6 meses e 6 a 12 meses), assim facilita na hora de tirar do armário o que está na hora de ser usado.

E, como a minha ideia é parar mesmo no segundo filho, a maioria das roupinhas que não cabem mais no bebê eu separo para doar para alguma família. De algumas, no entanto, eu não consigo me desfazer. As da maternidade, algumas fofuchas que ganhamos ou coisinhas pelas quais eu tenho um apego pessoal. Seja para ter de recordação ou para, quem sabe, caso aconteça, por alguma razão do destino, eu fique grávida de novo!

Lá no blog Dica de Mãe tem uma lista do complemento do enxoval que fiz na loja da Tip Top e muitas fotos do que aproveitamos do primeiro para o segundo filho.

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