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Dois filhos à tiracolo

Aos dois meses de idade, o Rafa, filho da colunista Nanna Pretto, vai fazer sua primeira viagem

Semana que vem encaro a minha primeira viagem de avião como mãe de dois! Já estou surtando na lista de itens necessários que preciso levar e trabalhando o desapego de um monte de coisinhas bonitinhas que gosto de usar na praia.

 Serão 10 dias entre Salvador e Praia do Forte, para curtir a família baiana, apresentar Rafa a todos e descansar um pouco dessa “vida clausura” que  ficamos nos primeiros 60 dias de vida do bebê.

Lembro como eram as minhas viagens para Salvador com Gabriel bebezinho. Também fomos sozinhos quando ele tinha 2 meses. Desde então, sempre que dava, a gente escapulia um final de semana. Eis a vantagem de bebês até 24 meses não pagarem passagem de avião.

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Se o preço é a vantagem, não ter direito aos 23 quilos de bagagem é a desvantagem. Porque criança pequena tem é tralha! É carrinho, bebê conforto, fraldas, leite, roupa de frio, de calor, mosquiteiro, mantinha disso, daquilo, bercinho portátil… ufa! Cansa só de escrever!

O meu mais velho já se vira bem. E dele eu já tenho os baldinhos de praia, boias e brinquedos guardados lá na minha casa baiana. Agora é refazer o enxoval pro segundo.

Para facilitar a vida e diminuir a mala, estimei a quantidade de fraldas que usaremos nas nossas mini férias na calculadora de fraldas do site da Pais & Filhos. Daí já entrei numa farmácia delivery e comprei as fraldas para serem entregues na casa do meu pai. O mesmo aconteceu com as latas de leite (como já contei lá no blog, Rafa precisou entrar na alimentação artificial), pomada e até o “balde ofurô”, que substitui muito bem uma banheira nos dias de férias.

Ah, a piscina inflável, que não ocupa nada de espaço também fará a vez da banheira. O bebê conforto pegarei emprestado de alguém da família, assim como um carrinho de bebê. O berço portátil, que com o primeiro filho sempre ia com a gente, agora vai ser o da filha de uma amiga, que não usa mais. 

Para o avião, eu seguirei a mesma organização de quando eu tinha apenas um filho bebê. Sai a bolsa e salto alto da mamãe e entra o canguru para o bebê e mochila nas costas. Assim fico com as duas mão livres para toda a logística do aeroporto. Meu mais velho já se vira e pode, inclusive, me ajudar! Ele vai com uma mochilinha com alguma coisa para comer e alguns brinquedos. Como o voo é noturno eu acho que ambos irão dormir (pelo menos espero!).

Se tudo correr como o esperado, acho que a viagem não será um perrengue. Mas sabemos que criança em avião é uma caixinha de surpresas. Então já estou me preparando pra aventura que vem por aí. 

Darei notícias, de solo baiano, contando como foi a aventura!

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