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A importância e necessidade de vacinar

Como infectologista vejo diariamente casos de doenças que poderiam ser evitadas com a aplicação de vacinas

Ter filhos significa, além de amor infinito, obrigações. Uma obrigação que faço questão de cumprir sem falhas é a vacinação. Sou médica infectologista e diariamente vejo casos de doenças que poderiam ser evitadas com a aplicação de vacinas, porém uma boa parcela da população acredita na frase do “não vai acontecer comigo” e se nega a seguir o calendário vacinal recomendado pelo Ministério da Saúde. Vale lembrar que vacina não é coisa somente de criança pequena.

Vacinar-se é um dos métodos mais valiosos para a prevenção de doenças infecciosas. As vacinas estimulam o sistema imunológico a produzir anticorpos contra vírus ou bactérias, protegendo o indivíduo de determinadas doenças. Quando esses microrganismos entram em contato com o organismo de uma pessoa vacinada, encontram o sistema de defesa pronto para combatê-los. Para que isso aconteça de forma adequada, as vacinas devem ser aplicadas em determinadas idades, de acordo com o calendário de vacinação.

Em princípio achei que a pequena Lorena, por ter Síndrome de Down, não poderia tomar todos os tipos de vacinas disponíveis. Pelo contrário, a síndrome não contraindica e ela, agora com quatro meses de vida, já tomou várias.

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Tenho muita sorte com minhas duas filhas, elas quase não choram com as picadas tão pouco tem reações, que são muito comuns. Acho que eu sofro muito mais do que elas e já cheguei a sair da clínica com lágrima nos olhos. Coisas de mãe…

Para quem não conhece o calendário, segue o link da Sociedade Brasileira de Pediatria http://www.sbp.com.br/pdfs/calendario_vacina_2013.pdf

 

 

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