Bebês

“Uma simples coleta de sangue pode salvar uma vida”, afirma o geneticista Gabriel Daher

Hoje é o Dia Nacional do Teste do Pezinho; entenda por que todo bebê tem que fazer

Jéssica Anjos

Jéssica Anjos ,filha de Adriana e Marcelo

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(Foto: Shutterstock)

Dia 06 de junho é comemorado o Dia Nacional do Teste do Pezinho, exame utilizado para identificar, no recém-nascido, até 50 diferentes tipos de doenças genéticas, metabólicas e infecciosas. O diagnóstico precoce pode agilizar o processo de tratamento, evitar sequelas e até mesmo preservar a vida da criança.

O exame ganhou esse nome, porque normalmente a coleta de sangue é feita no calcanhar – lugar de fácil acesso e menos traumático para a criança. “Com um pequeno furo e uma gotinha de sangue, você consegue extrair a quantidade necessária. O teste deve ser feito a partir das primeiras 48 horas de vida do recém-nascido”, explica Gabriel Daher, geneticista responsável pela área de Genética do Laboratório LAFE, filho de Cristina e Carlos.

Dentre as principais doenças que podem ser identificadas pelo exame, o médico destaca quatro: fenilcetonúria, hipotireoidismo congênito, fibrose cística e hemoglobinopatias. “Essas doenças podem comprometer a vida do recém-nascido”, exemplifica.

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O geneticista comenta que é importante destacar que esse exame é apenas uma triagem, se houver suspeita, é feito um teste confirmatório. “Se der positivo, a criança é encaminhada para um médico especialista que poderá dar continuidade no tratamento daquela patologia”, completa.

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