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Superação: mãe relata seu desespero após bebê ter ficado em coma

"Tirei essa foto porque faziam 15 dias que não pegava meu filho no colo!", desabafa

Sabará
Redação Pais&Filhos

Redação Pais&Filhos

(Foto: Reprodução Instagram)

(Foto: Reprodução Instagram)

História com final feliz é bom e a gente ama! Durante o mês de setembro até o dia 10 de outubro vamos contar histórias de crianças que passaram pelo Hospital Infantil Sabará e que, com muita força e tratamento correto, tiveram sucesso. Por isso, se você tiver algum relato para contar para a gente, envie para o email sousabara@paisefilhos.com.br . Seu filho pode aparecer na galeria do site e na revista. Já pensou?

Já recebemos diversos relatos. Um deles é da Fernanda, mãe de Estevão, que nos mandou uma mensagem dizendo que gostou desse projeto e confessou que contar o que ela passou, pode ajudar famílias a entender que é possível, sim, viver um grande desafio e sair ainda mais forte dele.

“Nosso filho Estêvão tinha 1 ano e 3 meses quando no dia 6 de novembro de 2014 deu entrada na emergência do Hospital Infantil Sabará,  com dificuldade para respirar  e vomitando. Sua saturação estava em 83. Foi logo medicado, ficou no oxigênio e o médico achou melhor interna-lo e, assim, observar melhor seu quadro.

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Ele passou a noite relativamente bem e a manhã do dia seguinte também. Porém, logo após o almoço, seu quadro respiratório piorou muito e ele  foi levado para a UTI. Ali nosso pior pesadelo tinha início, embora as médicas,  enfermeiras, técnicas, auxiliares e fisioterapeutas tivessem tentado de tudo, nosso bebê não respondia ao tratamento e teve que ser entubado. Eu, mãe, sozinha, às 2 da manhã, entrei em pânico. Não conseguia nem rezar, tamanho era o meu desespero.

As complicações apareciam, os dias passavam e eu ouvi que meu bebê era o caso mais grave daquela UTI. Mas com a equipe incrível e com toda força que meu filho tinha para lutar, depois de uma extubação,  outra entubação, atelectasia, pneumonia química, 14 dias entubado, ele finalmente melhorou e pode sair do tubo e do coma induzido. Foram 18 dias de UTI, 27 de internação, cateter central, reações alérgicas,  abstinência de medicamentos,  fisioterapia, depois de ser furado 8 vezes no mesmo dia: meu filho venceu! Voltar pra casa foi a maior glória que já vivemos!

Sei que se não fosse por Deus, aquele atendimento, aquelas médicas,  aquela equipe, que vai do segurança da portaria aos médicos, meu filho não estaria aqui!  À eles minha gratidão eterna! Principalmente a querida médica pediatra e pneumologista,  que o acompanha até hoje, Dra. Miriam Eller.

Tirei essa foto porque faziam 15 dias que não pegava meu filho no colo! Momento de muita emoção!”, relata Fernanda

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