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Guia de vacinas: Meningocócicas

A vacinação meningocócica acontece aos 3 e 5 meses com reforço aos 15 meses

Redação Pais&Filhos

Redação Pais&Filhos

Causada por bactéria, a doença pode ser prevenida com a vacina e tratada com antibióticos. 

Vacina: Meningocócicas

As vacinas Meningocócicas são indicadas para a prevenção das infecções causadas pelos meningococos (bactérias) – particularmente a meningite meningocócica.

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Atualmente, no Brasil, dispomos de dois tipos de vacinas meningocócicas:

– Vacina meningocócica do grupo C conjugada: indicada a partir de 6 semanas de vida com uma dose de reforço após 1 ano de idade. Poderá ser realizada mais uma dose de reforço entre 5 e 6 anos de idade, de acordo com orientação médica. Pessoas com mais de 1 ano recebem dose única (ela pode ser aplicada em qualquer faixa etária).

– Vacina meningocócica quadrivalente (ou tetravalente conjugada): protege contra os meningococos dos grupos A, C, W e Y. Indicada para pessoas com mais de 11 anos e deve ser aplicada em dose única.

OBS: No momento não há nenhuma vacina eficaz contra o meningococo do grupo B.

Doença:  Meningocócica 

A Doença Meningocócica é uma infecção causada por uma bactéria chamada Meningococo, que pode causar doenças desde formas leves, que simula uma infecção respiratória, até formas muito graves, que são as mais comuns, com uma infecção generalizada (septicemia). Neste último caso, os sintomas são: mal estar súbito, febre alta, calafrios, prostração e pequenos pontos avermelhados na pele (alguns são semelhantes a picadas de inseto e outros a hematomas), podendo também causar uma meningite. Neste caso a pessoa terá os seguintes sintomas: febre, dor de cabeça intensa, náuseas, vômitos e rigidez de nuca. O paciente pode apresentar-se consciente, sonolento, torporoso ou em coma.

Entre 2 até 10 dias é o tempo que leva para surgirem os primeiros sintomas (sendo a média de 3 a 4 dias).

Outra forma que a doença pode se manifestar é a meningoencefalite (inflamação do cérebro e de suas membranas), na qual ocorre a importante perda da capacidade de comunicação do paciente.

OBS: Bebês ainda amamentando apresentam um quadro diferenciado. Por isto, deve-se observar: febre, irritabilidade ou agitação, gemido de dor ao mexer em suas pernas, recusa alimentar, vômitos, convulsões e o surgimento de uma protuberância arredondada no topo da cabeça do bebê.

Transmissão: O ser humano doente (ou o portador não doente).

Forma de transmissão – Contato íntimo de pessoa a pessoa (indivíduos que residem no mesmo domicílio ou que compartilhem o mesmo dormitório em internatos, quartéis, creches etc.), por meio de gotículas de saliva e outras secreções do nariz e da garganta.

Período de transmissão: É transmissível enquanto a bactéria estiver na garganta e no nariz. Em geral, ela desaparece da garganta 24 horas após o início do tratamento com antibióticos.

Complicações: As sequelas podem ser: feridas na pele (necroses), surdez, inflamação nas articulações, problemas cardíacos, paralisias, alterações no cérebro, dentre outras.  

 

Saiba tudo sobre as outras vacinas e doenças do Calendário básico de vacinação do Ministério da Saúde:

Vacina:  Poliomielite (Paralisia Infantil)/Doença: Poliomielite (Paralisia Infantil)

Vacina: Pneumocócicas/Doença: Pneumocócica

 Vacina: Pentavalente/Doença: Meningite po HAEMOPHILUS INFLUENZAE TIPO B

Vacina: Rotavírus/Doença: Rotavírus

Vacina: Tríplice Viral/Doenças: Sarampo, Caxumba e Rubéola

Vacina: Febre Amarela/Doença: Febre Amarela

Vacina: Tríplice Bacteriana/Doenças: Difteria, Tétano e Coqueluche