Família

Vacina contra gripe H1N1 não é o veneno que estão dizendo

Conversamos com o nosso colunista e pediatra Claudio Len para esclarecer

Isabela Kalil de Lima

Isabela Kalil de Lima ,Filha de Kátia e Fabio

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(Foto: Shutterstock)

Está rolando pelas redes sociais uma alerta sobre os perigos da vacina contra H1n1, também conhecida como Influenza. A alegação é que um dos possíveis efeitos secundários da vacina seria a síndrome de Guillain Barre, doença autoimune que leva à inflamação dos nervos e provoca fraqueza muscular.

Essa síndrome é indicada como a causa da morte de 500, das 48 milhões de pessoas que foram vacinadas em 1971, nos Estados Unidos.  Conversamos com o nosso colunista e pediatra Dr. Claudio Len, pai de Fernando, Beatriz e Silvia, e descobrimos que essa história deve ser analisada com calma.

“Todo remédio e vacina podem causar reações, mas são em casos muito raros”, afirma o pediatra que trabalho no Departamento Materno Infantil do Hospital Israelista Albert Einsten.

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O pediatra também lembra a importância da vacina. Os benefícios devem ser levados em conta. “Não podemos deixar de vacinar as crianças por medo desses efeitos secundários raros”.

Vale ressaltar que a qualquer sintoma diferente após a vacina deve ser avaliado pelo médico.

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