Bebês

5 motivos pelos quais a poliomielite pode (e deve) ser erradicada

A campanha de vacinação do Ministério da Saúde começou nesse sábado (15). Saiba por que é tão importante levar seu filho ao posto de saúde mais próximo

A REDAÇÃO PAIS&FILHOS

5 motivos para erradicar a poliomielite

Se você tem filhos entre as idades de seis meses a cinco anos, nos próximos dias não se esqueça de levá-los ao posto de saúde mais próximo para vaciná-lo contra a poliomielite. Esse ano, a campanha do Ministério da Saúde tem como lema “Você é o protetor do seu filho” como forma de chamar a atenção dos pais para a responsabilidade de levar os filhos para serem vacinados.

 

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Mas, afinal, porque a poliomielite é uma doença que precisa de tanta atenção? Listamos para você os dez principais motivos pelos quais essa doença precisa ser erradicada no mundo todo. No Brasil, não temos casos de paralisia infantil desde 1990.

1) A poliomielite não tem cura

Por ser uma doença incurável, a prevenção é o melhor caminho para evitar a doença, mas enquanto ela não for erradicada, existe o risco de o vírus voltar a aparecer mesmo em países que não registram casos há anos.

2) É uma doença de fácil transmissão

O vírus que causa paralisia infantil é transmitido de diversas formas: pelo contato direto de pessoa para pessoa, por contato com mucos, catarro ou fezes infectadas e ainda por meio de alimentos ou água contaminada. Por isso, em países onde a doença ainda existe, o risco de contaminação é muito alto.

3) Afeta principalmente as crianças de até 5 anos

Criança é daquele jeito que a gente conhece: põe a mão em tudo, põe tudo na boca e todo mundo quer pegar no colo. Não dá para controlar tudo com o que elas têm contato, por isso elas são as mais afetadas pela poliomielite. Erradicar a pólio protege, principalmente, nossos filhos pequenos.

4) A paralisia infantil ainda é endêmica em alguns países

No Paquistão e no Afeganistão a doença nunca deixou de circular. Esses dois países são responsáveis por mais de 90% dos casos mundiais. A Nigéria não registra desde 2014 casos da doença, mas a atenção não pode diminuir. Com o aumento de viagens entre países e a imigração de muitas populações, o vírus pode voltar a afetar lugares onde a pólio já foi erradicada. Por isso vacinar é tão necessário.

5) A vacina em gotinhas não dói

Quando vamos levar nossos filhos para a vacinação, o pior medo das crianças (e nosso) é a dor que a agulha vai causar. Na vacinação contra a paralisia infantil, essa dor não existe! A vacina de gotinhas criada por Albert Sabin em 1955 não dói e não demora para ser aplicada.